A Virada da Comida e a Nova Onda da Carne de Laboratório

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O Papo Di Rocha: A Virada da Comida e a Nova Onda da Carne de Laboratório

O Cruzamento das Antigas com a Invenção Nova de Comida

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Égua! O jeito que o mundo produz e consome alimentos está passando por uma das maiores transformações da história. De um lado, cresce a preocupação com a sustentabilidade, o meio ambiente e a necessidade de alimentar uma população cada vez maior. Do outro, lugares históricos como o Complexo do Ver-o-Peso, em Belém do Pará, continuam mostrando que tradição, conhecimento popular e biodiversidade têm um valor que nenhuma tecnologia consegue substituir.

Nesse cenário de mudanças, uma inovação chama a atenção: a produção de carne cultivada em laboratório, desenvolvida a partir da multiplicação de células animais, sem a necessidade do abate convencional. A proposta promete revolucionar a indústria alimentícia e reacende debates sobre economia, cultura, sustentabilidade e o futuro da alimentação.


🌿 O Ver-o-Peso: quase 400 anos de tradição amazônica

Localizado no coração de Belém, o Complexo do Ver-o-Peso é muito mais do que um mercado. É um patrimônio cultural vivo da Amazônia, reunindo saberes populares, ervas medicinais, peixes regionais, frutas, especiarias e produtos que representam a identidade do povo amazônida.

Ao caminhar por seus corredores, percebe-se que ali convivem história, economia popular e biodiversidade. Ribeirinhos, pescadores, produtores rurais e erveiras mantêm viva uma tradição transmitida por gerações.

Esse modelo baseado na valorização dos recursos naturais dialoga diretamente com os debates mundiais sobre desenvolvimento sustentável, especialmente em um momento em que Belém se prepara para receber a COP30.

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🥩 A revolução da carne cultivada em laboratório

Enquanto mercados tradicionais preservam a cultura alimentar, grandes empresas investem em tecnologias capazes de transformar completamente a produção de proteínas.

A chamada carne cultivada é produzida a partir da multiplicação de células retiradas de um animal vivo. Em ambiente controlado, essas células crescem formando tecido muscular praticamente idêntico ao da carne convencional.

O principal objetivo é reduzir o impacto ambiental da pecuária tradicional sem abrir mão do consumo de proteína animal.

Como funciona?

  • Coleta de células de um animal vivo.
  • Multiplicação celular em laboratório.
  • Formação do tecido muscular.
  • Processamento para consumo humano.

Todo o processo ocorre em ambientes altamente controlados, utilizando tecnologia de ponta desenvolvida por pesquisadores e empresas do setor alimentício.


🚀 A estratégia da JBS para liderar essa transformação

A JBS, atualmente uma das maiores produtoras de carne do mundo, decidiu apostar fortemente nesse novo mercado.

Com investimentos que ultrapassam centenas de milhões de dólares, a empresa estruturou uma estratégia baseada em dois pilares:

  • Pesquisa e desenvolvimento realizados no Brasil;
  • Produção em escala voltada principalmente ao mercado europeu.

O objetivo é preparar a companhia para um cenário em que consumidores passam a buscar alimentos com menor impacto ambiental e novas formas de produção sustentável.


🌎 Sustentabilidade e desafios

A carne cultivada desperta entusiasmo, mas também levanta diversas questões importantes.

Possíveis benefícios

  • Redução do abate de animais.
  • Menor utilização de áreas de pastagem.
  • Possível diminuição das emissões de gases do efeito estufa.
  • Produção mais controlada e padronizada.

Os desafios ainda existentes

  • Alto custo de produção.
  • Aceitação por parte dos consumidores.
  • Regulamentação em diferentes países.
  • Escalabilidade industrial.

Além disso, especialistas discutem como essa tecnologia poderá coexistir com os modelos tradicionais de produção e com as culturas alimentares regionais.


🌱 Tradição e inovação podem caminhar juntas?

Ao contrário do que muitos imaginam, o avanço tecnológico não precisa significar o desaparecimento das tradições.

O conhecimento preservado em locais como o Ver-o-Peso demonstra que a biodiversidade amazônica, os ingredientes regionais e os saberes populares continuam sendo fundamentais para a alimentação, a medicina natural e a economia da região.

O futuro talvez não esteja na substituição da tradição, mas na convivência entre inovação tecnológica e valorização da cultura local.


🌎 A COP30 coloca Belém no centro das atenções

Com a realização da COP30 em Belém, discussões sobre alimentação sustentável, preservação ambiental, bioeconomia e inovação ganharão ainda mais destaque.

Será uma oportunidade para mostrar ao mundo que a Amazônia possui um patrimônio cultural e ambiental capaz de dialogar diretamente com as tecnologias que estão moldando o futuro da alimentação.


📱 Tecnologia também faz parte desse futuro

Acompanhar as transformações do mercado exige acesso à informação e às melhores tecnologias. Confira algumas oportunidades:


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Passando a Régua

O mundo vive uma transformação sem precedentes na forma de produzir alimentos. Tecnologias como a carne cultivada prometem reduzir impactos ambientais e ampliar as possibilidades da indústria alimentícia. Ao mesmo tempo, patrimônios como o Ver-o-Peso lembram que tradição, biodiversidade e conhecimento popular continuam sendo elementos essenciais para um futuro verdadeiramente sustentável.

Entre laboratórios de alta tecnologia e mercados centenários da Amazônia, talvez a maior inovação seja encontrar o equilíbrio entre ciência, cultura e preservação ambiental.

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O Pulo do Gato no Brasil: O JBS Biotech Innovation Center

Pra ser a cabeça nessa inovação de carnes novas e ingredientes que valem uma nota, a JBS abriu o JBS Biotech Innovation Center. O lugar fica bem ali no Sapiens Parque, um dos cantos mais escovados de tecnologia do Brasil, lá em Florianópolis, Santa Catarina. Esse centro dos cientistas não foi feito na doida não, foi um matutar de quatro anos e é a grana mais alta já botada por empresa particular nessa área de biotecnologia de comida no país. Isso firma di rocha a mudança da empresa pra priorizar coisa de valor e sustentabilidade com base nos estudos, selado.

A estrutura dos caras lá é maceta, ocupando primeiro quatro mil metros quadrados num terreno que, se eles derem na telha de aumentar, pode chegar a quarenta mil. O canto abriga mais de vinte laboratórios que são o bicho, cheios de frescura tecnológica, com sequenciadores genômicos, sistemas pra espiar moléculas de perto e umas plataformas de dados que só gente muito cabeça entende, metendo no meio genômica, proteômica e metabolômica. O caboco fica é pagando pra tanta máquina pai d’égua!

A cambada de cientistas é formada por vinte e oito cabeças, quase todos com aquele tal de pós-doutorado. Quem manda na parada é a Dra. Fernanda Berti, que é saideira e manja muito, com experiência lá de fora no Instituto Europeu, e o Dr. Luismar Marques Porto, um caboco que é autoridade pesada em bioengenharia. Eles meteram a cara e fizeram um esquema pesado pra trazer os crânios de volta pro Brasil. Essa jogada de mestre garantiu a volta dos cientistas brasileiros que tavam lá na baixa da égua estudando no exterior, concentrando uma galera tão ladina que não tem pra ninguém na América Latina inteira, tudo pra arrumar saída de biotecnologia pra logo, pra daqui a pouco e pro futuro, sem lero lero.

A dinheirama pro JBS Biotech Innovation Center tá dividida em partes. De cara, os caras já soltaram vinte e dois milhões de dólares (tipo uns cento e noventa e três milhões de contos de réis, caramba!) pra levantar as paredes, comprar os equipamentos embaçados e botar os laboratórios pra rodar. Numa segunda banda, vão construir uma planta-piloto, que é essencial pra testar se as invenções dos balcões aguentam o tranco em quantidade maior. E numa terceira fase vão subir um módulo no tamanho de indústria mesmo. A ruma de dinheiro total pensada pra esse complexo lá de Santa Catarina chega nos sessenta e dois milhões de dólares. Égua, é um montão de boró pra provar sem potoca que fazer essas carnes cultivadas e os outros ingredientes dá certo no prático e no bolso.

Fase de Implementação Foco Operacional Investimento Alocado (Estimativa) Estrutura e Escopo Científico
Fase 1 (Laboratorial) Pesquisa básica, biologia celular e molecular, estabelecimento de biobancos e pesquisa exploratória de células bovinas. US$ 22 milhões (Compartilhado com Fase 2) Mais de 20 laboratórios; sequenciamento genético de última geração; equipe de 25 pós-doutores repatriados7.
Fase 2 (Planta-Piloto) Engenharia de bioprocessos, transição da bancada para biorreatores de escala intermediária, validação de viabilidade técnica. US$ 22 milhões (Compartilhado com Fase 1) Instalações adaptáveis no Sapiens Parque; desenvolvimento de meios de cultura sem soro animal15.
Fase 3 (Módulo Industrial) Produção em escala industrial demonstrativa, testes de viabilidade econômica e modelagem para futuras fábricas globais. US$ 40 milhões Construção de infraestrutura definitiva para validação de mercado das proteínas cultivadas no Brasil7.

 

 

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🧬 O Papo é Fundo: As Superproteínas e o Fim do Desperdício

A revolução da biotecnologia vai muito além da produção de carne cultivada. Nos laboratórios do JBS Biotech Innovation Center, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de superproteínas e ingredientes funcionais capazes de transformar a indústria mundial da nutrição.

O objetivo é ambicioso: conquistar espaço em um mercado global de suplementos e nutrição especializada, avaliado em aproximadamente US$ 30 bilhões por ano. Trata-se de um segmento em rápida expansão, impulsionado pela busca por alimentos mais saudáveis, funcionais e personalizados.

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🔬 Proteínas desenvolvidas sob medida

Utilizando técnicas avançadas de biotecnologia, os cientistas conseguem desenvolver proteínas com características específicas para diferentes necessidades nutricionais.

É possível ajustar fatores como:

  • ✔️ Perfil de aminoácidos;
  • ✔️ Digestibilidade;
  • ✔️ Absorção pelo organismo;
  • ✔️ Funcionalidade metabólica;
  • ✔️ Aplicações clínicas e esportivas.

Essa personalização permite criar ingredientes capazes de atender desde atletas até pacientes que necessitam de suporte nutricional especializado.


💪 Nutrição inteligente para diferentes públicos

Os pesquisadores também estudam ingredientes que possam atuar diretamente no funcionamento do organismo, oferecendo benefícios além da simples alimentação.

Entre as aplicações estudadas estão:

  • Fortalecimento da massa muscular;
  • Suporte ao sistema imunológico;
  • Melhora do metabolismo;
  • Auxílio na recuperação física;
  • Suporte nutricional para pacientes em tratamentos médicos.

Essas soluções podem beneficiar, por exemplo, pessoas que utilizam medicamentos para perda de peso e precisam preservar sua massa muscular durante o tratamento.


♻️ Economia circular: transformar resíduos em riqueza

Outro foco importante do centro de pesquisas é reduzir o desperdício por meio da economia circular.

Em vez de descartar subprodutos da agroindústria, novas tecnologias de extração e bioconversão permitem transformar esses materiais em ingredientes de alto valor agregado.

Esse processo reduz perdas, aumenta a eficiência da cadeia produtiva e cria novas oportunidades econômicas.

Os principais objetivos incluem:

  • Aproveitamento máximo das matérias-primas;
  • Redução do desperdício industrial;
  • Produção de novos ingredientes funcionais;
  • Maior sustentabilidade para a cadeia agroindustrial.

Um dos exemplos dessa estratégia é a Genu-in, empresa ligada ao grupo JBS especializada na produção de colágeno e outros ingredientes de alto valor nutricional.

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🥩 Como funciona a carne cultivada em laboratório?

Diferentemente dos produtos plant-based, que utilizam ingredientes vegetais para simular carne, a carne cultivada é composta por tecido animal verdadeiro, produzido fora do organismo do animal.

O processo começa com uma pequena coleta de células obtidas por biópsia de animais vivos, como:

  • 🐂 Bovinos;
  • 🐖 Suínos;
  • 🐔 Aves;
  • 🐟 Peixes.

Essas células são capazes de se multiplicar naturalmente, dando origem ao tecido muscular utilizado na produção da carne cultivada.

Essa tecnologia reduz a necessidade de grandes áreas de pastagem, consumo elevado de ração e o abate convencional de animais.


🏦 O papel estratégico do biobanco celular

Após a coleta, as células seguem para um moderno biobanco, estrutura responsável por armazenar, catalogar e preservar o material biológico em condições altamente controladas.

Esse ambiente garante:

  • Segurança biológica;
  • Controle de qualidade;
  • Rastreabilidade;
  • Preservação das características genéticas.

O biobanco torna-se um dos ativos mais importantes da pesquisa, permitindo que diferentes linhagens celulares sejam utilizadas em novos projetos científicos.


⚙️ Biorreatores: onde a carne realmente cresce

Depois de selecionadas, as células são transferidas para grandes biorreatores de aço inoxidável, equipamentos que funcionam como incubadoras de alta precisão.

Nesses ambientes controlados, as células permanecem mergulhadas em um meio de cultura rico em nutrientes essenciais.

Esse meio contém:

  • Aminoácidos;
  • Vitaminas;
  • Minerais;
  • Carboidratos;
  • Fatores naturais de crescimento.

Durante todo o processo, sistemas automatizados monitoram constantemente:

  • 🌡️ Temperatura;
  • 💧 pH;
  • 🌬️ Oxigenação;
  • 🔬 Condições ideais de crescimento celular.

Esses controles reproduzem o ambiente encontrado dentro do organismo animal, permitindo que as células se multipliquem de forma eficiente e segura.

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🏡 Tecnologia também transforma o dia a dia

As inovações científicas caminham lado a lado com o avanço dos equipamentos utilizados em casa e no trabalho.


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📌 Conclusão

A biotecnologia está ampliando as possibilidades da produção de alimentos, desenvolvendo proteínas inteligentes, reduzindo desperdícios e criando processos mais sustentáveis para a indústria global.

Enquanto a carne cultivada representa uma nova fronteira tecnológica, iniciativas como a economia circular e o aproveitamento integral de recursos mostram que inovação também significa produzir mais, desperdiçar menos e utilizar a ciência para construir um sistema alimentar mais eficiente.

O futuro da alimentação parece caminhar para um equilíbrio entre tecnologia, sustentabilidade e uso inteligente dos recursos naturais.

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🥩 Dando Forma ao Futuro: Do Hambúrguer ao Bife Cultivado

Produzir carne cultivada vai muito além de multiplicar células em laboratório. Um dos maiores desafios da bioengenharia moderna é fazer com que essas células se organizem e adquiram a mesma estrutura encontrada na carne convencional.

Atualmente, a tecnologia já permite fabricar proteínas destinadas a alimentos processados, como hambúrgueres, almôndegas e salsichas, onde a textura pode ser reproduzida com maior facilidade.

O grande objetivo da próxima geração de pesquisas é produzir cortes inteiros, como bifes e filés, praticamente idênticos aos obtidos na pecuária tradicional.

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🔬 Por que hambúrgueres são mais fáceis de produzir?

Nos produtos processados, a estrutura tridimensional da carne não precisa ser reproduzida com perfeição.

Depois que as células são cultivadas, elas podem ser processadas juntamente com ingredientes naturais e temperos, resultando em produtos com sabor, aroma e textura muito próximos da carne tradicional.

Os principais produtos produzidos nessa primeira fase são:

  • 🍔 Hambúrgueres;
  • 🥩 Almôndegas;
  • 🌭 Salsichas;
  • 🍖 Carnes moídas cultivadas.

Essa estratégia reduz a complexidade da fabricação e permite acelerar a chegada da tecnologia ao mercado consumidor.


🥩 O grande desafio: produzir um bife completo

Fabricar um corte inteiro de carne é uma tarefa muito mais complexa.

Para reproduzir um filé ou um bife, as células precisam crescer organizadas exatamente como acontece no músculo de um animal.

Isso significa alinhar fibras musculares, células de gordura e tecidos de sustentação para criar uma estrutura praticamente idêntica à encontrada na natureza.

É justamente essa organização celular que determina a maciez, a textura e a suculência da carne.


🧩 O papel dos “Scaffolds” na bioengenharia

Para orientar esse crescimento organizado, os cientistas utilizam estruturas chamadas scaffolds, verdadeiros “andaimes biológicos” que servem como suporte para o desenvolvimento das células.

Esses materiais funcionam como um esqueleto temporário, permitindo que as células se fixem, se multipliquem e amadureçam de forma ordenada.

Os scaffolds podem ser produzidos utilizando:

  • Colágeno;
  • Celulose;
  • Estruturas vegetais descelularizadas;
  • Proteínas vegetais;
  • Biomateriais biodegradáveis.

À medida que o tecido cresce, essas estruturas cumprem sua função de organização, tornando possível a formação de músculos artificiais cada vez mais semelhantes aos naturais.

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🧪 Outro grande desafio: eliminar o soro fetal bovino

Outro ponto crítico da pesquisa envolve a substituição do soro fetal bovino, tradicionalmente utilizado como fonte de nutrientes para o crescimento celular.

Embora eficiente, esse ingrediente apresenta algumas limitações:

  • Alto custo de produção;
  • Questões éticas relacionadas à sua obtenção;
  • Dificuldade para utilização em larga escala.

Por isso, pesquisadores do mundo inteiro trabalham no desenvolvimento de meios de cultura totalmente sintéticos ou produzidos por fermentação, capazes de reduzir custos e tornar a produção mais sustentável.


🌍 A expansão internacional da carne cultivada

Enquanto o Brasil concentra boa parte das pesquisas e do desenvolvimento científico, a Europa tornou-se peça-chave na industrialização dessa nova tecnologia.

No final de 2021, a JBS adquiriu 51% da empresa espanhola BioTech Foods, referência europeia em proteínas cultivadas.

A companhia havia sido fundada em 2017 por Iñigo Charola e pela pesquisadora Dra. Mercedes Vila, especialistas em bioengenharia e biomedicina.

Com apoio do governo espanhol e da União Europeia, a empresa desenvolveu tecnologias próprias para cultivo celular e produção de proteínas alternativas.


🤝 Uma parceria que uniu ciência e escala industrial

A união entre JBS e BioTech Foods combinou duas grandes forças:

  • 🔬 Conhecimento científico e tecnologia patenteada de cultivo celular;
  • 🏭 Capacidade industrial, investimentos e distribuição global da JBS.

Essa sinergia acelerou o desenvolvimento da primeira geração de fábricas comerciais dedicadas exclusivamente à produção de carne cultivada.


🏗️ San Sebastián abriga uma das maiores apostas da biotecnologia mundial

O resultado dessa parceria é a construção da unidade industrial localizada em San Sebastián, na província de Gipuzkoa, no País Basco, Espanha.

O projeto representa um marco para a indústria alimentícia mundial.

Os números impressionam:

  • 💰 Investimento superior a US$ 41 milhões;
  • 📐 Área aproximada de 20 mil m²;
  • 🏭 Primeira fábrica comercial de carne cultivada em grande escala;
  • 🌍 Produção inicial superior a 1.000 toneladas anuais.

A estrutura foi planejada para crescer gradualmente conforme o mercado evolui.


📈 Expansão prevista para os próximos anos

Além da capacidade inicial, o projeto já prevê futuras ampliações.

Os planos da empresa estimam elevar a produção para cerca de 4 mil toneladas anuais, consolidando a unidade espanhola como uma das maiores referências mundiais na fabricação de proteínas cultivadas.

Esse crescimento dependerá da evolução das regulamentações internacionais, da redução dos custos industriais e da aceitação do consumidor.

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🏡 Tecnologia para transformar sua casa e seu trabalho

Assim como a biotecnologia evolui rapidamente, os equipamentos utilizados no dia a dia também acompanham essa transformação.


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📌 Passando a régua no sub total

A produção de carne cultivada está entrando em uma nova fase. Se hoje hambúrgueres e carnes processadas representam o caminho mais viável, o desenvolvimento de bifes e cortes inteiros depende de avanços importantes em bioengenharia, materiais biológicos e cultivo celular.

Projetos como a fábrica de San Sebastián demonstram que a tecnologia já começa a sair dos laboratórios para ganhar escala industrial, aproximando um futuro em que ciência, sustentabilidade e inovação poderão transformar profundamente a forma como o mundo produz alimentos.

Mais do que criar uma nova carne, a biotecnologia busca construir um sistema alimentar mais eficiente, sustentável e preparado para os desafios das próximas décadas.

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Aspectos da Instalação Comercial Detalhamento Técnico e Estratégico da BioTech Foods
Localização San Sebastián (Donostia), País Basco, Espanha17.
Investimento US$ 41 milhões (Capitalização via JBS)22.
Área do Complexo 20.000 metros quadrados de infraestrutura industrial6.
Capacidade Produtiva Inicial: 1.000 toneladas/ano. Expansão prevista: 4.000 toneladas/ano22.
Portfólio Inicial Insumos proteicos para fabricação de hambúrgueres, almôndegas e embutidos7.
Mercados-Alvo União Europeia, Austrália, Japão, Singapura, Estados Unidos e Brasil26.

 

A Arquitetura Biológica da Carne Cultivada: Sem Migué e Direto ao Ponto

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Produzir carne cultivada vai muito além de multiplicar células em laboratório. Um dos maiores desafios da bioengenharia moderna é fazer com que essas células se organizem e adquiram a mesma estrutura encontrada na carne convencional.

Atualmente, a tecnologia já permite fabricar proteínas destinadas a alimentos processados, como hambúrgueres, almôndegas e salsichas, onde a textura pode ser reproduzida com maior facilidade.

O grande objetivo da próxima geração de pesquisas é produzir cortes inteiros, como bifes e filés, praticamente idênticos aos obtidos na pecuária tradicional.

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🔬 Por que hambúrgueres são mais fáceis de produzir?

Nos produtos processados, a estrutura tridimensional da carne não precisa ser reproduzida com perfeição.

Depois que as células são cultivadas, elas podem ser processadas juntamente com ingredientes naturais e temperos, resultando em produtos com sabor, aroma e textura muito próximos da carne tradicional.

Os principais produtos produzidos nessa primeira fase são:

  • 🍔 Hambúrgueres;
  • 🥩 Almôndegas;
  • 🌭 Salsichas;
  • 🍖 Carnes moídas cultivadas.

Essa estratégia reduz a complexidade da fabricação e permite acelerar a chegada da tecnologia ao mercado consumidor.


🥩 O grande desafio: produzir um bife completo

Fabricar um corte inteiro de carne é uma tarefa muito mais complexa.

Para reproduzir um filé ou um bife, as células precisam crescer organizadas exatamente como acontece no músculo de um animal.

Isso significa alinhar fibras musculares, células de gordura e tecidos de sustentação para criar uma estrutura praticamente idêntica à encontrada na natureza.

É justamente essa organização celular que determina a maciez, a textura e a suculência da carne.


🧩 O papel dos “Scaffolds” na bioengenharia

Para orientar esse crescimento organizado, os cientistas utilizam estruturas chamadas scaffolds, verdadeiros “andaimes biológicos” que servem como suporte para o desenvolvimento das células.

Esses materiais funcionam como um esqueleto temporário, permitindo que as células se fixem, se multipliquem e amadureçam de forma ordenada.

Os scaffolds podem ser produzidos utilizando:

  • Colágeno;
  • Celulose;
  • Estruturas vegetais descelularizadas;
  • Proteínas vegetais;
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🌍 A expansão internacional da carne cultivada

Enquanto o Brasil concentra boa parte das pesquisas e do desenvolvimento científico, a Europa tornou-se peça-chave na industrialização dessa nova tecnologia.

No final de 2021, a JBS adquiriu 51% da empresa espanhola BioTech Foods, referência europeia em proteínas cultivadas.

A companhia havia sido fundada em 2017 por Iñigo Charola e pela pesquisadora Dra. Mercedes Vila, especialistas em bioengenharia e biomedicina.

Com apoio do governo espanhol e da União Europeia, a empresa desenvolveu tecnologias próprias para cultivo celular e produção de proteínas alternativas.


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O resultado dessa parceria é a construção da unidade industrial localizada em San Sebastián, na província de Gipuzkoa, no País Basco, Espanha.

O projeto representa um marco para a indústria alimentícia mundial.

Os números impressionam:

  • 💰 Investimento superior a US$ 41 milhões;
  • 📐 Área aproximada de 20 mil m²;
  • 🏭 Primeira fábrica comercial de carne cultivada em grande escala;
  • 🌍 Produção inicial superior a 1.000 toneladas anuais.

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📈 Expansão prevista para os próximos anos

Além da capacidade inicial, o projeto já prevê futuras ampliações.

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📌 Concluindo Literalmente mas sabendo que não acabou

A produção de carne cultivada está entrando em uma nova fase. Se hoje hambúrgueres e carnes processadas representam o caminho mais viável, o desenvolvimento de bifes e cortes inteiros depende de avanços importantes em bioengenharia, materiais biológicos e cultivo celular.

Projetos como a fábrica de San Sebastián demonstram que a tecnologia já começa a sair dos laboratórios para ganhar escala industrial, aproximando um futuro em que ciência, sustentabilidade e inovação poderão transformar profundamente a forma como o mundo produz alimentos.

Mais do que criar uma nova carne, a biotecnologia busca construir um sistema alimentar mais eficiente, sustentável e preparado para os desafios das próximas décadas.

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O Negócio Ganha Escala Global: A Fábrica em San Sebastián

Se o Brasil se tornou o principal centro de pesquisa e desenvolvimento tecnológico da JBS para carne cultivada, a Europa foi escolhida como base para transformar essa inovação em produção industrial. No fim de 2021, a empresa brasileira concluiu a aquisição de 51% da BioTech Foods, tornando-se acionista majoritária da companhia espanhola.

Fundada em 2017 por Iñigo Charola e pela Dra. Mercedes Vila, a BioTech Foods já era reconhecida como uma das principais empresas europeias dedicadas ao desenvolvimento de proteínas cultivadas. A empresa contava com apoio financeiro do governo da Espanha e de fundos da União Europeia para acelerar suas pesquisas.

A união entre as duas empresas reuniu competências complementares: enquanto a BioTech Foods contribuiu com sua tecnologia patenteada de biorreatores e cultura celular, a JBS agregou capacidade financeira, experiência industrial e uma ampla rede global de distribuição.

A primeira fábrica comercial do mundo

Como resultado dessa parceria, teve início a construção da primeira fábrica em escala comercial de carne cultivada do mundo, localizada em San Sebastián, no País Basco, Espanha.

O investimento previsto é de aproximadamente US$ 41 milhões. A unidade ocupa uma área de cerca de 20 mil metros quadrados e foi projetada para produzir inicialmente mais de mil toneladas de proteína cultivada por ano, com possibilidade de expansão para até quatro mil toneladas anuais.

Segurança alimentar e inovação científica

A escolha da Espanha também possui um forte componente estratégico. A União Europeia adota uma das legislações mais rigorosas do mundo em segurança alimentar, supervisionada pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA). A aprovação dos produtos nesse ambiente regulatório fortalece sua credibilidade internacional e facilita o acesso a outros mercados.

Além da produção, a unidade contará com centros de pesquisa integrados e deverá gerar cerca de 150 empregos altamente qualificados, envolvendo biólogos, bioquímicos, engenheiros e especialistas em cultura celular.

Um dos principais objetivos da equipe será reduzir continuamente os custos de produção, permitindo que a carne cultivada alcance preços competitivos em relação à carne convencional, fator considerado essencial para sua adoção em larga escala.

O Furdunço da Lei e a Rumpança dos Políticos no Brasil

Égua, a carne cultivada deixou de ser só um lero lero de cientista lá das gringas e virou um negócio maceta, pronto pra vender de baciada. Mas olha já, essa novidade deu o maior furdunço nas leis do mundo inteiro. Lá por fora, Singapura meteu a cara primeiro e liberou a carne de frango de laboratório ainda em 2020. Nos Estados Unidos, onde tem um bocado de gente comendo carne sem termo, as agências deles (USDA e FDA) já deram o papo sem embaçamento, liberando a parada e confirmando que é seguro comer esse alimento criado das células dos bichos.

A Anvisa Indireitando o Campo

Aqui no Brasil, que a gente sabe que é tebudo na produção de proteína animal, o negócio também andou pra frente. Em dezembro de 2023, a Anvisa não ficou de butuca e soltou a tal da RDC Nº 839. Esse papel serviu pra indireitar a casa e botar um marco regulatório firme pra registrar comida nova no nosso país. A partir de março de 2024, a lei já diz de forma bem clara que a comida feita por cultura de célula e fermentação pode sim ter autorização da vigilância. A galera da biotecnologia achou isso pai d’égua, porque acabou com aquela agonia de incerteza e definiu de vez o que precisa pra provar que o alimento não faz mal pra saúde. Tá selado!

A Rumpança da Bancada Ruralista

Mas quando! Esse avanço deu de cara com uma rumpança pesada dos conservadores da economia da roça. Os criadores de boi ficaram logo com o cu na mão, cismados de que essa carne feita em biorreator vai acabar com o ganha-pão deles de pasto livre. Foi o que bastou pra bancada ruralista do Congresso Nacional ficar toda embrabecida. Eles vieram na bicuda e lançaram um tal de Projeto de Lei 4616/23, um texto bem escroto que quer não só proibir de vender, mas criminalizar quem faz pesquisa e desenvolvimento da carne cultivada aqui no Brasil. Querem passar o sal na tecnologia antes dela nascer!

Égua da Burridade: Risco Econômico e Patentes

Os advogados e os especialistas que são muito cabeça já deram a letra: essa proibição flerta é com a bandalheira da inconstitucionalidade. O artigo 5º da nossa Constituição garante a liberdade pra fazer ciência, e o cara não pode cortar isso só de pavulagem pra proteger o próprio mercado.

Fora o BO da justiça, proibir isso aqui no Brasil ia ser de um leso que não tem tamanho. Égua da burridade! O resto do mundo na Ásia, Europa e Estados Unidos vai continuar desenvolvendo a parada disconforme. Aprovar uma lei que proíbe isso não vai barrar o mundo de andar pra frente; só vai fazer com que as empresas grandes, tipo a JBS, resolvam capar o gato daqui. Eles vão pegar o fôlego financeiro deles e nossos cientistas mais escovados e transferir tudo lá pra fora. O Brasil vai ficar pra trás e, no longo prazo, vamos virar importador das patentes dos outros.

A Briga Pela Palavra na Boca Miúda

E não acaba por aí, porque tem rolos até com os nomes das coisas. Tem um movimento que tá azucrinando a vida de quem faz inovação, tudo pra proteger as palavras antigas. Os políticos tão aprovando projetos pra impedir que se use as palavras “carne”, “leite”, “hambúrguer” e “salsicha” pra qualquer coisa que não venha de bicho que levou a pior no abate ou da ordenha comum. Hoje, essa pressão tá lascando mais a vida do povo que faz proteína de planta, mas já dá pra ver que a carne de laboratório vai ter que encarar muito bate-boca e fofoca na boca miúda do marketing pra conquistar o coração do consumidor.

A Bagunça da Lei e a Rumpança dos Políticos no Brasil

Égua, a carne cultivada deixou de ser só um lero lero de cientista lá das gringas e virou um negócio maceta, pronto pra vender de baciada. Mas olha já, essa novidade deu o maior furdunço nas leis do mundo inteiro. Lá por fora, Singapura meteu a cara primeiro e liberou a carne de frango de laboratório ainda em 2020. Nos Estados Unidos, onde tem um bocado de gente comendo carne sem termo, as agências deles (USDA e FDA) já deram o papo sem embaçamento, liberando a parada e confirmando que é seguro comer esse alimento criado das células dos bichos.

A Anvisa Indireitando o Campo

Aqui no Brasil, que a gente sabe que é tebudo na produção de proteína animal, o negócio também andou pra frente. Em dezembro de 2023, a Anvisa não ficou de butuca e soltou a tal da RDC Nº 839. Esse papel serviu pra indireitar a casa e botar um marco regulatório firme pra registrar comida nova no nosso país. A partir de março de 2024, a lei já diz de forma bem clara que a comida feita por cultura de célula e fermentação pode sim ter autorização da vigilância. A galera da biotecnologia achou isso pai d’égua, porque acabou com aquela agonia de incerteza e definiu de vez o que precisa pra provar que o alimento não faz mal pra saúde. Tá selado!

A Rumpança da Bancada Ruralista

Mas quando! Esse avanço deu de cara com uma rumpança pesada dos conservadores da economia da roça. Os criadores de boi ficaram logo com o cu na mão, cismados de que essa carne feita em biorreator vai acabar com o ganha-pão deles de pasto livre. Foi o que bastou pra bancada ruralista do Congresso Nacional ficar toda embrabecida. Eles vieram na bicuda e lançaram um tal de Projeto de Lei 4616/23, um texto bem escroto que quer não só proibir de vender, mas criminalizar quem faz pesquisa e desenvolvimento da carne cultivada aqui no Brasil. Querem passar o sal na tecnologia antes dela nascer!

Égua da Burridade: Risco Econômico e Patentes

Os advogados e os especialistas que são muito cabeça já deram a letra: essa proibição flerta é com a bandalheira da inconstitucionalidade. O artigo 5º da nossa Constituição garante a liberdade pra fazer ciência, e o cara não pode cortar isso só de pavulagem pra proteger o próprio mercado.

Fora o BO da justiça, proibir isso aqui no Brasil ia ser de um leso que não tem tamanho. Égua da burridade! O resto do mundo na Ásia, Europa e Estados Unidos vai continuar desenvolvendo a parada disconforme. Aprovar uma lei que proíbe isso não vai barrar o mundo de andar pra frente; só vai fazer com que as empresas grandes, tipo a JBS, resolvam capar o gato daqui. Eles vão pegar o fôlego financeiro deles e nossos cientistas mais escovados e transferir tudo lá pra fora. O Brasil vai ficar pra trás e, no longo prazo, vamos virar importador das patentes dos outros.

A Briga Pela Palavra na Boca Miúda

E não acaba por aí, porque tem rolos até com os nomes das coisas. Tem um movimento que tá azucrinando a vida de quem faz inovação, tudo pra proteger as palavras antigas. Os políticos tão aprovando projetos pra impedir que se use as palavras “carne”, “leite”, “hambúrguer” e “salsicha” pra qualquer coisa que não venha de bicho que levou a pior no abate ou da ordenha comum. Hoje, essa pressão tá lascando mais a vida do povo que faz proteína de planta, mas já dá pra ver que a carne de laboratório vai ter que encarar muito bate-boca e fofoca na boca miúda do marketing pra conquistar o coração do consumidor.

A Reconfiguração dos Sistemas Alimentares e a Diplomacia Climática na COP30

O embate entre os modelos agroindustriais e os limites ecológicos do planeta terá seu ápice na cidade de Belém do Pará, entre 10 e 21 de novembro de 2025, data em que o Brasil sediará a 30ª Conferência das Partes (COP30)9. A realização do maior evento de diplomacia climática mundial em plena Floresta Amazônica carrega um imenso peso simbólico e estabelece um senso de urgência inegável39. Na COP30, as nações estarão sob a pressão mandatória de apresentar suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) atualizadas, planos detalhados de redução de emissões concebidos para manter o aquecimento global restrito a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais, além de debater exaustivamente o financiamento climático (NCQG – New Collective Quantified Goal) e a implementação da Meta Global de Adaptação10.

Neste contexto diplomático, a transformação dos sistemas alimentares emergiu como um eixo de discussão central, abandonando as margens para ocupar o palco principal juntamente com o setor de energia fóssil41. Entidades de fomento tecnológico, capitaneadas pelo The Good Food Institute (GFI) e por pesquisadores da Embrapa, têm articulado uma forte presença nos fóruns preparatórios da COP, defendendo a tese de que a transição alimentar é indissociável da transição climática42. O argumento reside na premissa de que mitigar o colapso climático requer inequivocamente a diversificação das fontes de proteína consumidas pela humanidade42.

Durante a COP30, prevê-se uma polarização narrativa intensa. De um lado, governos, corporações e investidores apresentarão soluções assentadas no tecnossolucionismo, utilizando investimentos como o JBS Biotech Innovation Center para demonstrar que o capital privado possui as ferramentas biotecnológicas necessárias para assegurar a nutrição de quase dez bilhões de pessoas até 2050 com uma pegada hídrica e de carbono substancialmente inferior4. A carne cultivada, aliada a outras proteínas alternativas, será promovida como um mecanismo viável para desvincular a segurança alimentar da expansão territorial e da supressão florestal4.

Em contraposição frontal, organizações da sociedade civil, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas ecoarão uma visão crítica ao controle corporativo da alimentação41. Para estes guardiões históricos da biodiversidade, a resiliência climática e alimentar não se forja exclusivamente nas paredes esterilizadas de um laboratório de escala multibilionária, mas sim na preservação dos sistemas agroecológicos locais, na agrofloresta, na regularização fundiária e no respeito aos direitos dos pequenos produtores que sustentam a floresta em pé e cultivam o alimento real41. A tese central destas comunidades é que a verdadeira transição ecológica requer a democratização do conhecimento e o fim dos modelos hegemônicos que perpetuam a concentração de terras e lucros.

A Mudança na Nossa Bóia e o Furdunço do Clima na COP30

Égua, a peitada entre o povo do agronegócio e o mato pedindo arrego vai ferver e chegar no topo bem aqui na nossa cidade de Belém do Pará. Vai ser entre 10 e 21 de novembro de 2025, a data em que o Brasil vai puxar a 30ª Conferência das Partes, a tal da COP30. Fazer essa bumbarqueira, que é o maior evento de diplomacia do clima do mundo, no meio da Floresta Amazônica é um negócio tebudo demais. O bagulho traz um peso disconforme pra nossa terra e avisa sem lero lero que a gente tem que correr com isso. Lá na COP30, as nações gringas vão estar com o cu na mão, obrigadas a botar na mesa seus planos atualizados (as NDCs). Tudo plano detalhado pra baixar a fumaça e manter o aquecimento global restrito a 1,5°C. Fora isso, ainda vão matutar e ralhar um bocado sobre a grana do financiamento climático e a implementação da tal da Meta Global de Adaptação.

No meio desse papo de engravatado, a mudança na nossa bóia e no sistema de comida saiu de escanteio e meteu a cara no palco principal, dividindo o espaço com o rolo do setor de energia fóssil. Umas entidades cheias de pavulagem tecnológica, capitaneadas pelo The Good Food Institute (GFI) e pela galera muito cabeça da Embrapa, tão culiadas e marcando presença firme nos fóruns antes da COP. Os bichos defendem di rocha que a transição do que a gente come é carne e unha com a transição do clima. A fofoca reside na premissa de que, pra segurar esse colapso do tempo e não dar passamento no planeta, a humanidade vai ter que, sem embaçamento, variar as fontes de proteína consumidas.

O Bate-Boca: Tecnossolucionismo vs. O Caboco e a Terra

Durante a COP30, o pau te acha e a divisão de lados vai ser intensa. De um lado, bem na ilharga, governos, as empresas buiadas e investidores vão querer dar uma de escovados, mostrando soluções focadas em tecnologia pesada. Vão usar aquele investimento lá do JBS Biotech Innovation Center pra provar que o capital privado tem as ferramentas biotecnológicas necessárias pra encher o bucho de quase dez bilhões de pessoas até 2050, com uma pegada de água e carbono bem menor. A carne cultivada, aliada a outras proteínas, vai ser promovida como o esquema só o filé pra gente ter comida garantida sem precisar de expansão territorial e de desmatar a floresta.

Mas quando! Batendo de frente e sem levar desaforo pra casa, as organizações da sociedade civil, nossos parentes indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas vão ecoar uma visão invocada contra esse controle corporativo da comida. Pra esses guardiões históricos da nossa natureza, segurar o clima e a barriga cheia não se faz exclusivamente na pavulagem dessas paredes limpas de laboratório que custam bilhões. A parada real é na preservação dos sistemas agroecológicos daqui, na agrofloresta, em ajeitar a regularização de terras e respeitar os direitos dos pequenos produtores que seguram o mato em pé e plantam a comida sem caô.

A tese central dessa nossa comunidade caboca é que a verdadeira transição ecológica precisa da democratização do conhecimento e do fim desses modelos hegemônicos escrotos de gente bossal que só quer perpetuar a concentração de terras e botar o boró todo no próprio bolso. Tá safo!

O Mercado Ver-o-Peso: Nosso Patrimônio e a Essência Pura da Bioeconomia

O encontro dessas visões converge pra mostrar di rocha o que a Amazônia significa de verdade, tendo no nosso Mercado Ver-o-Peso a sua síntese mais tebuda e duradoura. Bem ali nas beiradas da Baía do Guajará, esse complexo maceta de 25 mil metros quadrados, que tá pra soprar as velinhas do seu 398º aniversário, não é só um lugar de vender treco não, é o próprio coração da cultura e da identidade da nossa galera. Levantado com aquela pavulagem da Belle Époque europeia, o famoso Mercado de Ferro e as docas na ilharga são o ponto de encontro da economia de quem vive de mariscar, da pesca artesanal dos caboclos ribeirinhos e daquele vai e vem intenso de pequenos produtores.

Obras, COP30 e o Nosso Cheiro de Pitiú

Agora mesmo, o bagulho tá buiado com um repasse de uns 64 milhões de boró que vieram do Governo Federal e da Itaipu Binacional, e o Complexo do Ver-o-Peso tá passando por umas obras pra indireitar tudo, visando deixar o patrimônio só o filé pra gringaiada de fora e pro fluxo de gente que vem pra COP30. O Iphan, culiado com os feirantes — a galera que mexe com peneira e farinha, as boieiras e as erveiras —, tá num papo cabeça pra inscrever a feira no Livro de Registro dos Lugares como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, reconhecendo a sabedoria que passa de pai pra filho, as nossas gírias e aquele cheiro de pitiú inconfundível que fica empesteando as docas.

A Pavulagem do Laboratório e a Ciência da Erveira

Mesmo que aquela pavulagem futurista e limpinha do JBS Biotech Innovation Center, lá na baixa da égua no sul do país, pareça coisa de outro mundo comparado com a energia orgânica do Ver-o-Peso, te orienta que essas duas realidades tão enrabichadas. A biotecnologia de comida mais escovada do século XXI deve até as calças pra biodiversidade que a gente vende há séculos nos paneiros das nossas barracas. As erveiras do Ver-o-Peso, quando oferecem os óleos, resinas e formulações de muruci, cupuaçu, jambu e taperebá, são as curadoras empíricas do maior acervo tropical do mundo, pai d’égua demais!

Olha o papo desse bicho: as visagens e saberes tradicionais são a base que segura a pesquisa farmacológica e nutricional chibata. Quando a indústria de cientistas quer inventar suplemento, extrato pra imunidade e aquelas armações de planta pra fazer carne, eles acabam, sem migué, fuçando os matos e as espécies do nosso ecossistema amazônico. Antão, esse avanço todo pros alimentos do futuro tem que dar uma forra e pagar o que é justo pra quem cuida desse patrimônio, garantindo que a bioeconomia ajude de verdade quem protege o mato e não deixe os caras fazerem malineza e repetirem a tal da biopirataria, senão o pau te acha.

A Comida de Laboratório e o Valor do Nosso Tacacá

Além do mais, a chegada forte da carne de laboratório pra vender lá pra fora não quer dizer que o modelo do Ver-o-Peso vai escangalhar e ficar obsoleto. Mas quando! Muito pelo contrário: enquanto a galera troca a proteína comum por coisa de laboratório pra tentar salvar o clima, a nossa comida pura, o peixe fresquinho pego sem fuzuê, a nossa culinária regional (tipo o nosso bom tacacá ali na Doca ou nas rodas de Carimbó) e esse contato direto com o produtor vão passar a valer só o creme mano. O alimento vai ser visto com muito mais força como uma experiência de identidade, cultura pura e uma ligação direta com a nossa terra, selado!

Aqui está a tua conclusão do artigo, reescrita de rocha no nosso bom amazonês, no capricho pra galera do site ver-o-peso.com ficar bem informada e não sobrar nenhum embaçamento:

O Desfecho Di Rocha: O Caminho da Nossa Bóia pro Futuro

A virada biotecnológica com os investimentos buiados da JBS na tal da carne cultivada — com aquele Biotech Innovation Center aqui no Brasil e a fábrica maceta da BioTech Foods lá na Espanha — não é potoca pra um futuro distante, não! É uma parada comercial e científica pra já, já é! Esse esforço purrudo mostra que a galera da pecuária convencional tá ligada que o jeito que eles produzem hoje não se sustenta e, se continuar assim, a natureza vai dar passamento mais lá na frente.

Espiando bem essa história toda, a gente já tira de letra o que vem por aí:

  • Avanço da Lei vs. Político Leso: A Anvisa já deu a letra e mostrou que o nosso Brasil tá safo pra inovar e receber essas novidades. Mas os engravatados lá de Brasília têm que rechaçar essa pavulagem de querer proibir o que a ciência faz. Se os políticos agirem como lesos e isolarem a nossa tecnologia, o Brasil vai apanhar mais do que vaca quando entra na roça na economia global. Nossos crânios (cientistas) vão acabar tendo que capar o gato pra outros países, ferrando a nossa soberania alimentar.

  • Novidade Sim, Mas Sem Migué no Clima: Inovar na carne de laboratório não dá o direito de passar a régua e esquecer as malinezas históricas do setor, principalmente o desmatamento da nossa Amazônia na criação de boi. A turma do clima na COP30 tá de butuca e vai cobrar que as inovações andem juntinhas com o fim desse migué de comprar de fornecedor irregular.

  • Valorizando o que é Nosso: O sucesso dessa bioeconomia não quer dizer só erguer pólos metidos a besta no sul do país. Tem que culiar e dividir os benefícios com a nossa sabedoria tradicional, como o comércio e as ervas do nosso majestoso Complexo do Ver-o-Peso. A tecnologia gringa e a sabedoria da nossa terra precisam se ajudar, sem embaçamento.

  • Preço Justo Pra Não Pesar no Bolso: A fábrica lá em San Sebastián vai ter a peitada e a missão de dar teus pulos pra baratear o custo. Enquanto a carne cultivada for uma facada e não chegar no precinho da carne tradicional pra galera que tá brocada, vai ser só artigo de gente metida a merda, e a promessa de ajudar o clima no mundo todo vai pro beleléu.

Resumo da Ópera:

Sair da nossa cultura de caboclo ribeirinho aqui do Pará e ir parar naqueles biorreatores estéreis da Europa mostra uma humanidade que tá perambulando pra conciliar a modernidade com a urgência de não levar o farelo. No coração desse novo mundo, o sucesso não vai depender só de os caras serem muito cabeça na ciência dos laboratórios. Vai depender de rocha da nossa capacidade de ser justo, de não deixar nossos povos nativos sofrerem mais que cachorro de feira, de preservar nosso mato vivo e de respeitar o alimento real que vai sustentar a geração que vem aí!

Referências citadas

  1. Ver-o-Peso, maior feira a céu aberto da América Latina, 398 anos | G1, https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2025/03/27/maior-feira-a-ceu-aberto-da-america-latina-e-patrimonio-do-brasil-ver-o-peso-e-simbolo-de-cultura-e-historia-da-amazonia.ghtml
  2. Feira do Ver-o-Peso – eduCAPES, https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/566205/2/GUIA%20DIDATICO%20INTERATIVO%20-%20Feira%20do%20Ver-o-Peso%20-%20um%20espa%C3%A7o%20n%C3%A3o%20formal%20e%20interdisciplinar%20de%20educa%C3%A7%C3%A3o.pdf
  3. JBS começa a construir 1º centro de pesquisa do Brasil para carne cultivada em laboratório em Florianópolis | G1, https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2023/09/29/jbs-comeca-a-construir-1o-centro-de-pesquisa-do-brasil-para-carne-cultivada-em-laboratorio-em-florianopolis.ghtml
  4. Proteínas alternativas podem contribuir com o controle da crise climática – CNN Brasil, https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/nacional/proteinas-alternativas-podem-contribuir-com-o-controle-da-crise-climatica/
  5. JBS inaugura centro de biotecnologia para avançar no mundo das super proteínas, https://neofeed.com.br/negocios/jbs-inaugura-centro-de-biotecnologia-para-avancar-no-mundo-das-super-proteinas/
  6. JBS prepares for alt-protein demand boom with cultivated beef mega-plant in Europe, https://www.foodingredientsfirst.com/news/jbs-prepares-for-alt-protein-demand-boom-with-cultivated-beef-mega-plant-in-europe.html
  7. JBS starts work on Brazil’s first cultivated protein research centre, https://jbsglobal.com/jbs-starts-work-on-brazils-first-cultivated-protein-research-centre/
  8. JBS is entering the cultivated protein market with the acquisition of Bio Tech Foods and the construction of a plant in Europe, https://jbsglobal.com/jbs-is-entering-the-cultivated-protein-market-with-the-acquisition-of-bio-tech-foods-and-the-construction-of-a-plant-in-europe/
  9. UNFCCC COP 30 – Regions4, https://regions4.org/events/unfccc-cop-30/
  10. 2025 UN Climate Change Conference (UNFCCC COP 30) – SDG Knowledge Hub, https://sdg.iisd.org/events/2025-un-climate-change-conference-unfccc-cop-30/
  11. JBS defines the next step for the Cultivated Protein Research Center, https://jbsglobal.com/jbs-defines-the-next-step-for-the-cultivated-protein-research-center/
  12. JBS inaugurates biotechnology center to advance in the world of super proteins. – NeoFeed, https://neofeed.com.br/negocios/jbs-inaugura-centro-de-biotecnologia-para-avancar-no-mundo-das-super-proteinas/en/
  13. JBS inaugurates advanced biotechnology center to develop “superproteins” – J&F, https://jfsa.com.br/en/jbs-inaugura-centro-de-biotecnologia-avancada-para-desenvolver-superproteinas/
  14. JBS Opens $37M Biotech Hub for Cultivated, Microbial & Functional Proteins, https://www.greenqueen.com.hk/jbs-superproteinas-lab-grown-meat-biotech-facility-florianopolis/
  15. JBS inicia obras do primeiro Centro de Pesquisas em proteína cultivada do Brasil, https://www.jbs.com.br/imprensa/jbs-inicia-obras-do-primeiro-centro-de-pesquisas-em-proteina-cultivada-do-brasil/
  16. Cultura de células, regulação e inovação: o que o avanço da carne cultivada revela sobre o futuro da biotecnologia alimentar – BCRJ, https://bcrj.org.br/cultura-de-celulas-regulacao-e-inovacao-o-que-o-avanco-da-carne-cultivada-revela-sobre-o-futuro-da-biotecnologia-alimentar/
  17. BioTech Foods – Wikipedia, https://en.wikipedia.org/wiki/BioTech_Foods
  18. JBS starts construction on world’s largest cell-based meat facility – Beef Central, https://www.beefcentral.com/news/jbs-starts-construction-on-worlds-largest-cell-based-meat-facility/
  19. Carne Cultivada: Regulamentação ao Redor do Mundo e no Brasil – Food Connection, https://www.foodconnection.com.br/proteina-animal/regulamentacao-da-carne-cultivada-qual-e-o-cenario-atual/
  20. BioTech Foods — San Sebastián, Spain – Nested Questions, https://nestedquestions.com/biotech-foods-san-sebastian-spain/
  21. JBS Begins Building Cultivated Protein Research Center – Food Manufacturing, https://www.foodmanufacturing.com/facility/news/22874182/jbs-begins-building-cultivated-protein-research-center
  22. JBS company initiates construction of the world’s largest cultivated beef protein plant, https://jbsglobal.com/jbs-company-initiates-construction-of-the-worlds-largest-cultivated-beef-protein-plant/
  23. JBS entra no mercado de proteína cultivada com aquisição da BioTech Foods e construção de fábrica na Europa, https://www.jbs.com.br/imprensa/jbs-entra-no-mercado-de-proteina-cultivada-com-aquisicao-da-biotech-foods-e-construcao-de-fabrica-na-europa/
  24. El gigante brasileño JBS controlará el productor vasco de carne cultivada Biotech Foods | Empresas | Cinco Días, https://cincodias.elpais.com/cincodias/2021/11/17/companias/1637159581_469561.html
  25. JBS begins construction of the world’s largest cultivated beef protein factory, https://euromeatnews.com/Article-JBS-begins-construction-of-the-worlds-largest-cultivated-beef-protein-factory/6499
  26. Empresa da JBS inicia construção da maior fábrica de proteína bovina cultivada do mundo, https://www.jbs.com.br/imprensa/empresa-da-jbs-inicia-construcao-da-maior-fabrica-de-proteina-bovina-cultivada-do-mundo/
  27. Multinational JBS invests €36 million in BioTech Foods through capital increase, https://www.cuatrecasas.com/en/global/corporate/art/multinational-jbs-invests-eur36-million-in-biotech-foods-through-capital-increase
  28. JBS inicia construção na Espanha de maior fábrica do mundo de carne cultivada – Forbes, https://forbes.com.br/forbes-agro/2023/06/jbs-inicia-construcao-na-espanha-de-maior-fabrica-do-mundo-de-carne-cultivada/
  29. BioTech Foods to develop largest cultured meat plant in Southern Europe, https://www.investinspain.org/en/news/2023/biotech
  30. BioTech Foods impulsa la mayor planta de carne cultivada del sur de Europa, https://www.investinspain.org/es/noticias/2023/biotech
  31. Brasil investe em carne cultivada em laboratório, de olho na regulação | LexLatin, https://br.lexlatin.com/reportagens/brasil-investe-em-carne-cultivada-em-laboratorio-de-olho-na-regulacao
  32. ‘Carne’ cultivada em laboratório é aprovada no Brasil – Instituto Fome Zero, https://ifz.org.br/carne-cultivada-em-laboratorio-e-aprovada-no-brasil/
  33. O que a Anvisa diz sobre a ‘carne cultivada’ e outras proteínas alternativas – JOTA, https://www.jota.info/coberturas-especiais/economia-verde-alimentacao/o-que-a-anvisa-diz-sobre-a-carne-cultivada-e-outras-proteinas-alternativas
  34. Tião Medeiros comenta a proibição de pesquisa e comércio de carne cultivada em laboratório – 28/5/24, https://www.youtube.com/watch?v=v4SwvK8dPaw
  35. Opinião: Câmara aprova projeto que limita o uso de termos como ‘carne’ e ‘leite’ nos rótulos de produtos plant-based. E agora? – GFI Brasil, https://gfi.org.br/blog/opiniao-camara-aprova-projeto-que-limita-o-uso-de-termos-como-carne-e-leite-nos-rotulos-de-produtos-plant-based/
  36. JBS exportou carne de fazendas ilegais da Amazônia para Europa, diz relatório, https://apublica.org/2025/10/cop30-jbs-vendeu-carne-ilegal-da-amazonia-a-europa-diz-hrw/
  37. Greenpeace Internacional publica relatório apontando o impacto climático da indústria da carne, https://www.greenpeace.org/brasil/blog/greenpeace-internacional-publica-relatorio-apontando-o-impacto-da-industria-da-carne/
  38. JBS transporta gado de desmatador e contraria política de só ter fornecedor que preserva a Amazônia – Instituto Humanitas Unisinos, https://ihu.unisinos.br/categorias/601334-jbs-transporta-gado-de-desmatador-e-contraria-politica-de-so-ter-fornecedor-que-preserva-a-amazonia
  39. 2025 United Nations Climate Change Conference – Wikipedia, https://en.wikipedia.org/wiki/2025_United_Nations_Climate_Change_Conference
  40. 5 Expectations for COP 30 in Belém | United Nations University, https://unu.edu/ehs/article/5-expectations-cop-30-belem
  41. Do desperdício às soluções: o legado da COP30 para o futuro dos alimentos – Mercado & Consumo, https://mercadoeconsumo.com.br/25/11/2025/artigos/do-desperdicio-as-solucoes-o-legado-da-cop30-para-o-futuro-dos-alimentos/
  42. COP30 avança na agenda climática, mas mantém sistemas alimentares e diversificação de proteínas fora do centro das decisões – GFI Brasil, https://gfi.org.br/blog/cop30-avanca-na-agenda-climatica-mas-mantem-sistemas-alimentares-e-diversificacao-de-proteinas-fora-do-centro-das-decisoes/
  43. Relatório 2025 – GFI Brasil, https://gfi.org.br/relatorio-2025/
  44. Ver-o-Peso. O maior mercado a céu aberto das Américas – Portal Amazônia, https://portalamazonia.com/navegador-da-amazonia/vero-o-peso-o-maior-mercado-a-ceu-aberto-das-americas/
  45. Iphan e feirantes debatem registro das tradições da feira do Mercado Ver-o-Peso em Belém (PA) – Portal Gov.br, https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/iphan-e-feirantes-debatem-registro-das-tradicoes-da-feira-do-mercado-ver-o-peso-em-belem-pa
  46. Mercado Ver-o-Peso – Guia de Destinos, https://guia.melhoresdestinos.com.br/mercado-ver-o-peso-236-6595-l.html
  47. O que fazer no Ver-O-Peso? Confira lista com 5 opções | Belém | O Liberal, https://www.oliberal.com/belem/o-que-fazer-no-ver-o-peso-lista-cita-5-sugestoes-confira-1.936376
  48. LIVRO COP30.indd, https://cdess.gov.br/app/pdf/cop30_livro_encontro_amazonia.pdf
  49. redes sociais na circulação do pescado do Ver-o-Peso para a cidade de Belém do Pará Pedra do Peixe – SciELO, https://www.scielo.br/j/bgoeldi/a/FdSTbn37FL9NvNmpNKWmpMP/?format=html&lang=pt

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