No meio desse furdunço que é a nossa história política da Amazônia, poucos cabocos dão o que falar de forma tão intensa e dividem tanta opinião quanto o Almir José de Oliveira Gabriel. Pra contar o papo desse bicho, a gente precisa falar sem embaçamento.
O homem tinha muita história:
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Era médico tisiologista, daqueles formados na moral da ciência acadêmica.
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Foi senador constituinte, com um papel de responsa na hora de criar o Estado de Bem-Estar Social do Brasil.
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No comando do Palácio dos Despachos, meteu a cara como governador por duas peitadas seguidas (1995-2002) e deu uma indireitada pai d’égua no perfil urbano, logístico e de infraestrutura do nosso Pará.
O Lado Pai D’Égua e as Malinezas
Até hoje, o mandato do Almir é um dos assuntos mais falados nas esquinas, e o povo se divide todinho:
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A galera que era fechamento: Diz que ele era o bicho! Um gestor escovado e linha dura que tirou o estado que tava na roça (falido), construiu obras macetas e botou Belém de bubuia, bonitona no roteiro do turismo mundial.
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A galera da oposição: Já quem não ia com a cara dele diz que era um homem cheio de pavulagem, um tecnocrata carrancudo que só queria saber de política neoliberal e privatização. Falam também que ele era impinimado e não aguentava crítica de jornalista e, a pior parte, seu governo ficou marcado com o sangue do triste Massacre de Eldorado dos Carajás.
Di Rocha: Entendendo o Cenário
Pra entender quem foi o Almir sem tapar o sol com a peneira, a gente tem que parar com essa leseira de achar que ele foi só herói ou só vilão.
Tem que ficar de butuca no contexto da época: a nossa política era dominada por umas velhas oligarquias cheias de rolos, e a precisão imensa que o estado tinha de obras esbarrava num fosso de desigualdade social, brigas pesadas por terra e os interesses dos buiados do grande capital.
Essa nossa reportagem vem pra te mostrar a trajetória completa desse cara que era pulso firme, que centralizava tudo, mas que no final das contas deixou um legado cheio de concreto, hospitais, leis e furdunços que até hoje moldam a vida de quem mora nessa nossa Amazônia Oriental.
O Curumim que Virou Doutor: A Infância e o Corre de Almir Gabriel
Fala, mano e mana! Bora bater um papo reto, sem lero lero, sobre como começou a história do Almir Gabriel.
O homem nasceu bem aqui na nossa capital, Belém, no dia 18 de agosto de 1932. A família dele era uma mistura pai d’égua, que mostra bem a cara da Amazônia: o pai, Inácio Cúri Gabriel, era um imigrante libanês que veio buscar uns borós no comércio, e a mãe, dona Palmira de Oliveira Gabriel, era uma professora primária de mão cheia. Mesmo nascendo em Belém, o curumim passou boa parte de sua infância no interior, lá pelas bandas de Castanhal.
Mas olha já, a vida não foi só andar de bubuia. Quando ele fez 17 anos, um fato estorde balançou a família: o pai dele teve um passamento precoce. Foi aí que o rapaz teve que amadurecer na marra e dar teus pulos. Ele começou a se dividir entre a peitada no balcão da loja que o pai deixou e os estudos, cursando o primário, o ginásio e o científico lá em Belém. Dona Palmira não deixava ele ficar de touca e botou na cabeça dele que o estudo era o caminho pra família não ficar na roça.
A Faculdade e a Vida de Ladino
A vocação de ser médico bateu mais forte que o comércio. Em 1956, o cara já tava formado em medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA). E não pensa que ele era avoado na faculdade, não! O bicho era ladino demais e já mostrava que gostava de ser o cabeça das coisas.
Foi logo metendo a cara no movimento estudantil:
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Virou presidente do diretório acadêmico de sua faculdade.
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Depois de um tempo, culiou com a galera e pegou a vice-presidência da União Acadêmica Paraense (UAP), abrindo caminho pra sua vida política.
Um Doutor de Responsa
Depois de pegar o diploma, a carreira do cara decolou que nem voadeira!
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Foi médico da Petrobras e rapidola pegou o beco pro Rio de Janeiro, onde concluiu, em 1958, uma especialização em cirurgia torácica pelo Serviço Nacional de Tuberculose.
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Quando voltou pra Belém, ele não ficou só matutando. Assumiu logo a direção do famoso Sanatório Barros Barreto (que hoje é o nosso Hospital Universitário João de Barros Barreto) em duas épocas diferentes: de 1962 a 1965 e de 1971 a 1976.
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No meio desse tempo todo, em 1966, foi espiar e aprender mais sobre cirurgia cardiovascular lá em São Paulo.
Ficou selado que, no Barros Barreto, ele não era nenhum meia tigela. Ele construiu a fama di rocha de um cirurgião que manja muito e, ao mesmo tempo, de um gestor casca grossa e sagica na saúde pública.
O Pulo do Gato: De Doutor a Prefeito, Almir Gabriel Mete a Cara na Política
Fala, chegado! Bora continuar o causo do Almir Gabriel, sem embaçamento. Se antes a gente falou do curumim que virou médico, agora vamos espiar como o bicho entrou di rocha no furdunço da política.
A mudança dos corredores do hospital direto para os palácios do governo rolou numa época de pulso firme, bem durante o regime militar brasileiro. O perfil do homem — técnico, muito sério e focado em dar resultados — fez os grandões da política, que procuravam uma galera qualificada, ficarem de butuca nele. O caboco era ladino e, em 1975, terminou o curso de segurança e desenvolvimento pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG). Naquele tempo, isso era um rito de passagem selado, quase obrigatório pros civis que queriam ser tébas e pegar cargos no alto escalão do Estado.
Culiando e Crescendo no Governo
Olha já, apesar de estar filiado formalmente na ARENA (Aliança Renovadora Nacional) desde 1966, a entrada dele pra valer no epicentro da política do Pará foi durante o segundo governo de Alacid Nunes, que foi de 1979 a 1983.
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O Almir foi nomeado Secretário Estadual de Saúde e trabalhou tanto que ganhou muita notoriedade.
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O trabalho foi tão pai d’égua que ele chegou a acumular a difícil Secretaria de Segurança Pública.
Quando chegou o início dos anos 80 e o Brasil começou a reabertura política, acabando com aquele negócio de dois partidos, ele não ficou só matutando: pegou o beco pro PDS (Partido Democrático Social) primeiro, e depois culiou com a dissidência que ia apoiar a subida do PMDB aqui nas nossas beiradas. O clima nessa época era quente, uma briga pesada das oligarquias entre os líderes Alacid Nunes e Jarbas Passarinho, até que o Jader Barbalho chegou chegando, como um terceiro vértice decisivo nessa história.
A Prefeitura e o Estilo Duro na Queda
Em 1982, o Almir Gabriel tomou uma decisão estratégica e apoiou o Jader Barbalho, que tava na disputa pelo governo do estado contra o Oziel Carneiro (do PDS). O Jader ganhou a eleição e o Almir, que parecia ter nascido com o cu virado pra Lua, levou sua recompensa política: foi nomeado Prefeito da nossa Belém no dia 29 de agosto de 1983, ficando na cadeira até 1986.
Na época que tomou conta da prefeitura da capital, ele não ficou de touca, não!
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Construiu a imagem de um administrador austero e que fazia as coisas acontecerem.
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Ele agasalhou alianças com a galera nova do PMDB, enquanto seus grandes adversários eram os restos da velha política da ARENA.
Mas, mano, o cara era centralizador e não curtia pavulagem de populista, o que sempre fazia ele reinar e entrar em atrito com as bases fisiológicas dos partidos. Desde novinho na política, ele já mostrava que era um líder que preferia ficar na prancheta de projetos do que ficar no migué dos acordos obscuros de bastidores. O homem era o bicho e não deixava ninguém fazer ele de leso!
4. Eleições e a Ascensão ao Poder
A trajetória eleitoral de Almir Gabriel reflete as intensas transformações do sistema político brasileiro e paraense no período pós-redemocratização. O ex-governador testou seu capital político em seis grandes eleições majoritárias1.
| Ano | Cargo Disputado | Partido/Coligação | Adversários Principais | Resultado | Votos / % |
| 1986 | Senador (PA) | PMDB (Sem coligação formal) | Coutinho Jorge (PMDB), Jarbas Passarinho (PDS) | Eleito | 463.774 votos1 |
| 1989 | Vice-Presidente da República | PSDB (Chapa com Mário Covas) | Collor/Itamar (PRN), Lula/Bisol (PT), Brizola/Suassuna (PDT) | Não Eleito (4º lugar) | 7.790.392 votos (11,51%)1 |
| 1990 | Governador (PA) | PSDB, PSB, PCB, PCdoB, PDT, PT | Jader Barbalho (PMDB), Sahid Xerfan (PTB) | Não Eleito (3º lugar) | 230.242 votos (16,28%)1 |
| 1994 | Governador (PA) | PSDB, PFL, PDT, PTB, PPS, PSB, PCB, PCdoB | Jarbas Passarinho (PPR), Valdir Ganzer (PT) | Eleito (2º Turno) | 870.827 votos (62,73%)1 |
| 1998 | Governador (PA) | PSDB, PTB, PPS, PPB, PL, PV, PSC, PMN, PSD, PTdoB | Jader Barbalho (PMDB), Edmilson Rodrigues (PT) | Eleito (2º Turno) | 981.409 votos (53,89%)1 |
| 2006 | Governador (PA) | PSDB, PFL, PTB, PSC, PL, PV, PTdoB, PMN, PP, PAN, PRTB, PHS, PTC, PRP, PRONA | Ana Júlia Carepa (PT), José Priante (PMDB) | Não Eleito (2º Turno) | 1.373.474 votos (45,07%)1
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Fala, chegado! Bora logo destrinchar mais esse pedaço da história do Almir Gabriel pro nosso site Ver-o-Peso. Já te prepara que o papo agora é longo, mas eu vou te contar sem embaçamento e com aquele tempero que só a gente tem!
O Beco pro PSDB e as Peitadas pelo Pará
Pegando o Beco e Fundando o PSDB Depois de se eleger pro Senado lá em 1986, cheio de moral porque a gestão dele na prefeitura de Belém foi só o creme mano, e também embalado por uma aliança temporária, o Almir ficou famoso no Brasil todinho. Mas olha já, o caboco não aguentou muito tempo o migué e a bandalheira do governo Sarney, nem as fisiologias do PMDB raiz. O bicho ficou impinimado rapidola.
Em 1988, ele não ficou de touca: capou o gato do PMDB! Ele se culiou com uns figurões tipo Mário Covas, FHC, Franco Montoro e José Serra, e os caras fundaram o PSDB. A bossalidade (no bom sentido) dele intelectual e moral no novo partido era tão maceta que chamaram ele pra ser vice-presidente na chapa do Mário Covas nas eleições de 1989. Te mete!
O Confronto pelo Pará: Briga de Cachorro Grande A primeira peitada nas urnas pra valer pro governo do estado foi em 1990. Longe da antiga galera, o Almir levou o farelo. Ficou num terceiro lugar, no meio de uma polarização braba que acabou dando a vitória pro Jader Barbalho.
Mas mas quando que o cara ia desistir? Em 1994, ele mostrou que de leso não tinha nada. O PSDB fez uma aliança disconforme, se juntando com o PFL e a centro-esquerda, deixando o PMDB só no vácuo! O Almir foi bater de frente com o téba Jarbas Passarinho e deu-lhe uma mijada histórica, ganhando o segundo turno de lavada com mais de 62% dos votos. Pai d’égua demais!
A reeleição em 1998 foi um verdadeiro pé de porrada! Pensa numa disputa visceral. Ele peitou o Jader de novo, e a peleja foi dura, mas ele se saiu por cima, selado no segundo turno com 53,89%. O revés veio só em 2006. Depois de quatro anos de bubuia (já que tinha feito o Jatene sucessor em 2002), tentou a terceira. Ele até começou bem, mas a paúra da galera depois de 12 anos do mesmo partido no estado, somado ao toró de popularidade do Lula na época, deram um passamento nas intenções dele. A Ana Júlia (PT) levou a melhor e ele escafedeu-se dessa eleição.
O Doutor na Constituição: Botando Moral na Ordem Social
Bora logo entender o que o Almir aprontou no Senado antes de ser governador, pra tu ver que o cara era muito cabeça! Entre 1987 e 1988, o Brasil tava arrumando a casa na Constituinte. Botaram o Almir de relator da Comissão da Ordem Social. E não foi no migué: o médico era ladino e tinha pulso pra lidar com saúde, previdência, minorias e meio ambiente.
Sabe o nosso SUS? Pois é, mano! Foi o Almir que agasalhou as ideias da galera sanitarista e meteu o projeto que virou a base do Sistema Único de Saúde. Ele foi no plenário e falou di rocha que saúde era “direito de todos e dever do Estado”. Deixou os engravatados do setor privado, que queriam fazer grana com hospital, com o cu na mão, mandando a braba: “a doença e a saúde não ensinaram ainda as regras de mercado”. É ou não é pra bater palma?
E te digo mais, com a parentada indígena ele não afinou. Ele escutou as denúncias de grilagem e matança, e cortou logo aquele papo velho do antigo Estatuto do Índio. O relatório dele botou lá o Artigo 231, garantindo o direito originário das terras pra quem é dono de verdade. O caboco ainda unificou Saúde, Previdência e Assistência Social na Seguridade Social. Olha o papo desse bicho! Ele é considerado um dos pais da “Constituição Cidadã” nessa área. Só o filé!
Os Governos do Doutor Almir: A Indireitada no Pará (1995-2002)
Fala, chegado! Presta atenção que o papo agora é di rocha. Bora alembrar como foi a peitada do Almir Gabriel quando ele assumiu o Palácio dos Despachos lá no primeiro dia de 1995.
Na Roça: O Estado que ele pegou
Quando o homem sentou na cadeira, o estado tava na roça total! Era um passamento só. Não tinha boró pra pagar a folha dos servidores, a infraestrutura tava toda esbandalhada e não tinha dinheiro pra mais nada. Os antigos governos viviam no migué: pegavam dinheiro emprestado naquelas operações curtas (as tais das AROs) só pra tapar o sol com a peneira e pagar o salário da galera. O resultado? O estado deu prego e ficou numa caninga braba, com as dívidas engolindo tudo.
O Primeiro Mandato (1995-1998): Tirando a Lerdeza e Arrumando a Casa
O bicho, que não era de pavulagem nem de ficar de touca, batizou a gestão de “Novo Pará” e meteu logo uma austeridade das pesadas. Fincado com o governo federal do Fernando Henrique Cardoso, o Almir deu uma indireitada maceta na máquina pública.
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Sem embaçamento: Ele meteu auditoria rigorosa em tudo quanto foi secretaria. Cortou os privilégios daquela galera metida a merda e mandou as empresas gerenciadoras que eram só meia tigela e não entregavam obra pegarem o beco.
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O fato novo das OSs: O caboco meteu a cara e criou a legislação estadual pras Organizações Sociais (OSs). O modelo passava a administração de hospitais e espaços culturais pra entidades de fora (privadas, mas sem fins lucrativos).
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Oposição com fogo no cu: O povo do contra ficou impinimado e começou a ralhar, chamando de “terceirização” e “privatização disfarçada”. Mas quando! A parada ficou muito firme. Tirou a lerdeza típica da burocracia do Estado e deu uma agilidade que fez as coisas funcionarem de verdade.
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Guardando os borós: As medidas do homem cortaram a gastura do dinheiro público. Ele segurou os reajustes abusivos e chegou a cortar 40% de sobrepreço em obras de saneamento. Não era leso! Com isso, o estado ficou safo e recuperou o crédito pra captar dinheiro dos gringos, como os empréstimos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O Segundo Mandato (1999-2002): O Furdunço de Obras do “Avante Pará”
Com as contas arrumadas e a reeleição já selada, o segundo mandato foi só o creme mano! Focado no plano plurianual “Avante Pará”, ele começou um furdunço de obras. Injetou boró disconforme em logística, saúde, educação e turismo.
O estado começou a arrecadar dinheiro púdê, e olha o papo desse bicho: não foi lascando mais imposto no povo, não! Foi botando uma fiscalização braba, ficando de butuca na máquina fazendária e culiando legal com o setor produtivo. A geração de emprego na construção civil deu um pulo gigantesco, tirando muita gente da pior.
No final das contas, quando ele capou o gato e passou a faixa pro sucessor, Simão Jatene, lá no início de 2003, mandou um recado na Assembleia. Falou de peito aberto que tava entregando o estado de bubuia, num baita sossego. A rumpança política tinha acalmado e as contas tavam lisinhas. Muito diferente daquela cara branca e do caos que ele tinha achado quando assumiu.
A Saúde tava Dando Passamento
Olha já, antes da década de 90, a saúde aqui no Pará tava frita. Os hospitais de Belém viviam com gente no balde, num colapso total! A galera do interior que ficasse doente tava na roça: ia apanhar mais do que vaca quando entra na roça. O povo viajava dias de barco ou ônibus, perambulando até chegar na capital pra tentar um atendimento básico ou uma cirurgia mais braba. Era de cair o cu da bunda o sofrimento da nossa gente mofina.
O Remédio do Caboco Ladino
Mas o Almir, que já tinha sido secretário e era o cabeça na criação do SUS, era um caboco muito ladino. Ele não ficou de touca e meteu a cara na tal da “Política de Regionalização da Saúde”. O que ele fez? Construiu, aumentou e indireitou uns Hospitais Regionais macetas lá pras bandas do interior, tipo Santarém, Marabá, Altamira e Conceição do Araguaia.
Foi a salvação! Agora o povo resolvia os trecos mais graves lá mesmo, sem precisar pegar o beco pra Belém. E pra não virar gororoba, ele usou a estratégia das Organizações Sociais (OSs) pra administrar os hospitais novos. Com isso, os doutores ficaram tudo ouriçados pra ir trabalhar no interior, porque o boró era bom e a gestão era safo.
Indireitando a Capital e as Beiradas
E não pensa que ele esqueceu da capital, não! Aqui em Belém, o tradicional Hospital Ophir Loyola virou a UNACON, e ficou sendo o bicho no tratamento de câncer no Norte inteiro. Só o creme mano! Ele também deu teus pulos pra terminar o Hospital das Clínicas (junto com a UFPA) e fez uma indireitada pai d’égua no Hospital Metropolitano (HMUE) lá em Ananindeua, garantindo o socorro rápido da galera.
Pra não faltar sangue pra quem tava despombalecido, ele espalhou o Hemopa pra tudo que é beirada do estado. E como o cara era escovado, ainda criou as Comissões de Integração Ensino e Serviço (CIES) pra capacitar a cambada inteira que trabalhava nos hospitais. O homem deixou o projeto selado, di rocha!
A Educação no Pará: O Saber Pegando o Beco pro Interior
Fala, parente! Bora falar sem embaçamento sobre como a educação ficou no governo do doutor Almir Gabriel. Se tem um negócio que o homem puxou da mãe dele, a dona Palmira, foi o gosto por ver a galera estudando di rocha.
O Furdunço nas Escolas Estaduais Alembrando das raízes de professora da mãe, o Almir não ficou de touca! Durante os oito anos que ele ficou no poder, o cara fez um verdadeiro furdunço nas escolas. Ele mandou construir, dar uma indireitada e deixar maceta (ampliar) umas 900 escolas estaduais pelo Pará afora. E não foi obra meia tigela, não: as escolas ganharam bibliotecas, laboratórios e quadras cobertas pros curumins e pras cunhantãs estudarem e brincarem num lugar muito firme. Além disso, ele ralhou pra cima da falta de capacitação e botou pra rodar um programa pra valorizar os professores, tentando acabar com aquele déficit crônico de educador com diploma superior na nossa região.
A UEPA Deixando de ser Lerdeza Mas, olha o papo desse bicho: o legado mais porrudo mesmo que o Almir deixou pra educação foi pegar a Universidade do Estado do Pará (UEPA) e espalhar pelo interior do estado. A verdade é que a UEPA já tinha sido criada no papel no começo dos anos 90, mas tava levando uma caninga braba, cheia de entraves jurídicos e vai-e-vem nos governos do Hélio Gueiros e do Jader Barbalho. O bicho pegou foi a partir do Plano Plurianual de 1995, quando a universidade tomou rumo e assumiu de vez sua verdadeira vocação estratégica.
Formando Caboco Inteligente O cara usou a universidade pra descentralizar o ensino superior. Ele botou campi de bubuia e bem estruturados lá pros lados de Conceição do Araguaia (que foi o lugar pioneiro, selado!), Marabá e Altamira. Essa atitude foi pai d’égua demais, mano! Não só levou o acesso à universidade pra milhares de jovens matutos e interioranos, como foi a salvação pra formar professores licenciados de qualidade. Essa mesma galera que se formava já pegava a peitada de dar aula nas escolas públicas da roça e das cidades ali da região. Foi ou não foi o bicho?
A Educação no Pará: O Saber Pegando o Beco pro Interior
Fala, parente! Bora falar sem embaçamento sobre como a educação ficou no governo do doutor Almir Gabriel. Se tem um negócio que o homem puxou da mãe dele, a dona Palmira, foi o gosto por ver a galera estudando di rocha.
O Furdunço nas Escolas Estaduais Alembrando das raízes de professora da mãe, o Almir não ficou de touca! Durante os oito anos que ele ficou no poder, o cara fez um verdadeiro furdunço nas escolas. Ele mandou construir, dar uma indireitada e deixar maceta (ampliar) umas 900 escolas estaduais pelo Pará afora. E não foi obra meia tigela, não: as escolas ganharam bibliotecas, laboratórios e quadras cobertas pros curumins e pras cunhantãs estudarem e brincarem num lugar muito firme. Além disso, ele ralhou pra cima da falta de capacitação e botou pra rodar um programa pra valorizar os professores, tentando acabar com aquele déficit crônico de educador com diploma superior na nossa região.
A UEPA Deixando de ser Lerdeza Mas, olha o papo desse bicho: o legado mais porrudo mesmo que o Almir deixou pra educação foi pegar a Universidade do Estado do Pará (UEPA) e espalhar pelo interior do estado. A verdade é que a UEPA já tinha sido criada no papel no começo dos anos 90, mas tava levando uma caninga braba, cheia de entraves jurídicos e vai-e-vem nos governos do Hélio Gueiros e do Jader Barbalho. O bicho pegou foi a partir do Plano Plurianual de 1995, quando a universidade tomou rumo e assumiu de vez sua verdadeira vocação estratégica.
Formando Caboco Inteligente O cara usou a universidade pra descentralizar o ensino superior. Ele botou campi de bubuia e bem estruturados lá pros lados de Conceição do Araguaia (que foi o lugar pioneiro, selado!), Marabá e Altamira. Essa atitude foi pai d’égua demais, mano! Não só levou o acesso à universidade pra milhares de jovens matutos e interioranos, como foi a salvação pra formar professores licenciados de qualidade. Essa mesma galera que se formava já pegava a peitada de dar aula nas escolas públicas da roça e das cidades ali da região. Foi ou não foi o bicho?
A Estrutura Pai D’Égua: A Engenharia que Indireitou o Pará
Fala, chegado! Bem-vindo a mais um causo aqui no ver-o-peso.com. Hoje a gente vai falar sem embaçamento de como foi o corre do doutor Almir Gabriel pra ajeitar a infraestrutura desse nosso estado que é um mundo de grande. Pra tu teres uma ideia, num terreno maceta de 1,2 milhão de km², ficar isolado era uma caninga braba que segurava o nosso desenvolvimento. O homem não quis saber de lero lero e atacou logo as frentes do saneamento, asfalto e energia. Espia só o que rolou!
Macrodrenagem do Una: Tirando o Povo da Lama
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O problema: As áreas de baixada da Bacia do Una eram um verdadeiro tijuco. Centenas de milhares de parentes viviam por lá em palafitas, com o pé na água parada, onde a esquistossomose e outras doenças faziam o povo sofrer mais que cachorro de feira todo santo dia.
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A ideia: Olha o papo desse bicho: o projeto começou a ser pensado quando o Almir ainda tava na prefeitura, logo depois que a galera do Instituto Evandro Chagas confirmou que a área urbana tava socada de caramujo transmissor da doença.
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O furdunço da obra: Quando o homem sentou na cadeira de governador, ele deu teus pulos e meteu a mão na massa. Ele destituiu aquelas gerenciadoras de meia tigela, cortou custos em 40% e conseguiu com o BID o boró necessário pra construir canal de concreto, estação de tratamento de esgoto, comporta e muito asfalto.
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O resultado: Essa obra disconforme beneficiou mais de 600 mil pessoas, mudando di rocha a fisionomia sanitária da nossa capital e tirando o povo do sufoco.
O Complexo da Alça Viária: O Fim das Balsas Lerdas
Antes da Alça Viária, pra galera sair da Região Metropolitana de Belém ou do porto de Vila do Conde e ir pro sul do estado ou pro resto do Brasil, o negócio era dar um passamento. O caboco ficava dependendo de balsa lerda e cara, uma verdadeira facada!
Aí, o governo mandou fazer a Alça Viária, levantando mais de 70 quilômetros de rodovias e um complexo tebudo (gigante) de pontes cruzando a Baía do Guajará e o Rio Acará. A obra matou o gargalo do transporte, barateou o frete e fez o comércio e a agroindústria da integração do Tocantins pipocar que só. Foi muito firme!
Tramoeste e Luz no Campo: Espantando o Breúme
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A peleja: Égua, tu acredita que o estado tinha a usina gigante de Tucuruí, mas um bocado de gente lá pro oeste e pro Xingu vivia no breúme escuro? O povo ficava na dependência de gerador a diesel caro, que poluía e deixava aquela inhaca na cidade.
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O Tramoeste: O bicho não era de ficar de touca e lançou o Tramoeste, rasgando a floresta com exatos 1.017 km de linha de transmissão.
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Os milhões: A brincadeira saiu por mais de US$ 242 milhões (bancados pela Eletronorte e a Celpa), mas botou energia firme em 126 localidades, salvando a pele de lugares como Altamira e Santarém. Pensa nuns postes purrudos! As torres gigantescas foram erguidas pra conseguir passar os cabos por cima da magnitude do Rio Tapajós.
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Luz no Campo: No mesmo embalo, o programa Luz no Campo puxou o fio de luz pra galera da roça, ajudando o caboco que mariscava e plantava a modernizar os pequenos negócios. Tá selado!
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Fala, parente! Como uma inteligência artificial escalada pra ser a gestora de conteúdo do site ver-o-peso.com, peguei esse artigo aí e dei aquela traduzida di rocha pro nosso bom e velho amazonês. Falar sem embaçamento é comigo mesmo! Espia só como ficou:
O Furdunço da Economia e o Fantasma da Privatização da CELPA
A economia do Pará no governo do doutor Almir tentou entrar na onda de botar o estado de bubuia pro resto do mundo. O homem abriu os mercados, liberou concessões e deu incentivos fiscais pro povo exportar. A mineração ganhou uma força maceta e o agronegócio lá no sudeste paraense começou a crescer que só.
Mas, mano, nem tudo foi só o filé. O capítulo que mais deu o que falar, e que deixou a galera com fogo no cu de tanta raiva, foi a privatização da CELPA.
O Leilão Rapidola e a Galera Cabreira
A desculpa do governo era que o Estado tava na roça, liso, sem boró pra pagar as dívidas da empresa e sem condição de investir na rede elétrica. Apoiado nas leis e passando por cima da peitada dos sindicatos, o governo botou a estatal na roda.
No dia 9 de julho de 1998, lá na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, a CELPA foi arrematada rapidola, em apenas dois minutos! O consórcio Grupo Rede/Inepar comprou a parada por R$ 450,2 milhões. Só que aí começou a bandalheira que afundou tudo:
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A grana do BNDES: O Grupo Rede pegou metade desse dinheiro (50%) emprestado do próprio BNDES. A galera ficou cabreira e meteu o pau, dizendo que o Estado praticamente subsidiou a venda.
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O povo na rua: Logo depois que venderam, caparam o gato de uns 2.000 funcionários. A empresa botou gente terceirizada ganhando menos, uma verdadeira malineza com o trabalhador.
O Breúme e a Dívida Disconforme
Nos anos seguintes, a CELPA virou o alvo principal da fúria do povo, e o Ministério Público ficou direto na mutuca deles. A gente aqui, num estado téba que produz energia pro Brasil todo, engolindo uma das tarifas mais caras do país! É de cair o cu da bunda!
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A empresa levou prejuízos colossais com mais de 150 mil ligações clandestinas (as famosas gambiarras ou “gatos”).
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A manutenção deu o bug total, faltando investimento onde mais precisava.
Catorze anos depois da venda, o Grupo Rede levou o farelo. A crise foi tão braba que a CELPA entrou em recuperação judicial com um rombo disconforme de mais de R$ 3 bilhões. O controle da empresa teve que ser passado pra frente, deixando uma marca feia e permanente no discurso de privatização da galera tucana e do grupo político do Almir Gabriel.
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10. Meio Ambiente e a Política Amazônica: A Lida na Nossa Floresta
Governando esse nosso estado téba que é quase tudo mato e floresta, o Almir teve que descascar um abacaxi disconforme: lidar com aquela briga velha entre fazer o estado ganhar uns borós e não deixar o povo esbandalhar o meio ambiente.
O Furdunço da Exploração A verdade é que, no tempo do mandato dele, a coisa andou rapidola pro lado do agronegócio, com a rapaziada arrancando madeira a dar com pau e metendo a cara na implantação de projetos minerais macetas. O caboco bem que tentou indireitar a situação, equilibrando a produção de riqueza com umas regras pai d’égua, criando o tal do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e dando força pra uns projetos extrativistas que funcionassem mais na maciota.
A Rumpança e as Críticas Mas quando que o povo ia ficar calado? A galera das organizações socioambientais ficou impinimada e vivia na mutuca, ralhando direto com o governo. O papo deles era reto:
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Argumentavam que as mesmas obras que o Estado fazia pra integrar tudo — tipo estrada, porto e luz no campo — serviam de visgo pra atrair a bandalheira da ocupação predatória e do desmatamento ilegal.
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No final das contas, isso virava um verdadeiro pé de porrada, piorando os conflitos violentos de terra entre posseiros, fazendeiros buiados, grileiros e os nossos povos tradicionais.
Nessa peleja toda, o matuto e a floresta acabavam apanhando mais do que vaca quando entra na roça com tanta confusão por causa de terra!
O Sangue no Asfalto: O Triste Fim na Curva do S
Mano, respira fundo. O papo agora não é de alegria, é de passamento e muita dor. Se teve um causo que deixou o legado do Almir Gabriel manchado pra sempre, foi o Massacre de Eldorado dos Carajás. Esse dia virou um estigma que ninguém esquece.
A Guerra no Sul do Pará
Nos anos 90, lá pelas bandas do sul e sudeste do Pará, o clima era de guerra civil, di rocha. Fazendeiro, madeireiro e trabalhador sem-terra brigavam todo santo dia por causa de posse de terra. Em setembro de 1995, a galera do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), com umas 3.500 famílias, se amalocou na Fazenda Macaxeira, em Curionópolis, exigindo reforma agrária, porque diziam que aquilo ali era terra improdutiva.
Em abril de 1996, a demora na conversa irritou os trabalhadores. Cerca de 1.500 pessoas pegaram a estrada rumo a Belém, mas pararam tudo na rodovia PA-150, na famosa “Curva do S”, em Eldorado dos Carajás.
A Ordem que Deixou Todo Mundo com o Cu na Mão
A ordem pra liberar a rodovia veio direto do governador Almir Gabriel. Os relatos e inquéritos depois contam que a determinação pro Secretário de Segurança era deixar a estrada livre “usando todos os meios necessários”. Na cabeça da milicada, isso foi um sinal verde pra usar a força bruta e atirar pra matar.
No final da tarde daquele 17 de abril de 1996, duas tropas da Polícia Militar chegaram no local e encurralaram os manifestantes. Foi uma bandalheira de horror. Os policiais usaram bala de verdade contra homens, mulheres e crianças. Deixaram 19 sem-terra mortos.
Doutores legistas confirmaram que muita gente foi executada à queima-roupa e teve gente que morreu levando golpe de foice e facão. Foi uma verdadeira malineza! Dezenas de feridos ficaram com sequelas e alguns acabaram morrendo anos depois.
Impunidade e Dor
As imagens daquele sangue no asfalto chocaram o mundo inteiro. O governo federal na época ficou com o cu na mão e teve que criar, na pressa, o Ministério da Reforma Agrária.
Apesar de tudo, a justiça foi pra lá de lenta. O processo contra o Almir Gabriel no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi arquivado depois que a Procuradoria-Geral da República pediu. Já os oficiais que comandavam a tropa, o coronel Pantoja e o major Oliveira, levaram 16 anos pra serem presos, pegando penas gigantescas. Eles sempre disseram que foram deixados na mão pela política e que só fizeram o que mandaram.
O 17 de abril virou o Dia Internacional da Luta Camponesa, mas, pra nós, é o símbolo de uma ferida que não fecha, mostrando como a impunidade ainda impera nessas brigas de terra pelo Brasil.
13. A Estética do Poder: Principais Obras e Equipamentos
Buscando contrapor a brutalidade do campo e elevar a autoestima de uma população carente de espaços de convivência e beleza, o “Novo Pará” investiu de maneira contumaz em uma política de revitalização do patrimônio histórico. Essa política foi entregue às mãos do arquiteto Paulo Chaves Fernandes, figura central e duradoura na Secretaria de Cultura (Secult), que moldou a fisionomia turística de Belém3.
| Obra / Equipamento | Objetivo e Contexto | Custo Estimado | Impacto Social e Situação Atual |
| Estação das Docas (Inaug. 2000)3 | Revitalização de três imensos armazéns portuários abandonados (estrutura de ferro inglesa/francesa) na Baía do Guajará, convertendo-os em um polo de turismo, gastronomia e artes3. | Orçamento inicial estimado em R$ 2 milhões, finalizando com custos debatidos em torno de R$ 10 milhões, gerando acusações de superfaturamento16. | Pleno funcionamento e gerenciada pela OS Pará 2000; recebe cerca de 1,1 milhão de pessoas/ano. É o principal e mais requintado cartão-postal de Belém3. |
| Complexo Feliz Lusitânia
[cite: 14, 60] |
Resgatar o núcleo original de fundação de Belém. Envolveu a restauração impecável do Forte do Castelo, Igreja de Santo Alexandre e a criação da Casa das Onze Janelas14. | Não disponível nos dados. | Ativos turísticos e museológicos de excelência; espaços de apropriação cultural contínua. |
| Polo Joalheiro (São José Liberto)
[cite: 14] |
Transformar o infame Presídio São José — palco de violações de direitos humanos — em um centro de ourivesaria, pedras preciosas, design e artesanato amazônico14. | Não disponível nos dados. | Transformou a economia criativa local; o Museu de Gemas e as feiras artesanais seguem ativos. |
| Estádio Olímpico (Mangueirão)
[cite: 14, 27, 62] |
Conclusão definitiva e modernização do antigo estádio Edgar Proença. A obra dotou o espaço de status olímpico, pista de atletismo e infraestrutura moderna14. | Não disponível, mas gerou auditorias por suspeitas em projetos paralelos (“Projeto Cooperar”)62. | Principal templo do esporte paraense, garantindo ao estado a capacidade de sediar eventos esportivos nacionais e internacionais. |
| Hangar Centro de Convenções
[cite: 16, 63] |
Colocar a Amazônia na rota dos grandes eventos e feiras de negócios. Projeto monumental na área de um antigo parque aeronáutico. | Ultrapassou a marca de R$ 100 milhões, custo alvo de pesadas críticas da oposição16. | Maior centro de convenções da região Norte, essencial para a captação de congressos técnicos e feiras63. |
O “Pega pra Capar” com a Imprensa
O Almir era centralizador que só e não tinha paciência pra quem vivia de fofoca (ou melhor, nem te conto!). A maior briga dele foi com o jornalista Lúcio Flávio Pinto, do Jornal Pessoal. O Lúcio era ladino e vivia denunciando os “elefantes brancos” do governo, como a Estação das Docas e o Hangar. Ele dizia que eram obras pra metido a besta e superfaturadas, enquanto o povo da periferia tava brocado e sem escola.
O Almir, que não era leso, isolava o Lúcio e só queria saber de papo com a imprensa “chapa branca”, aquela que vivia fazendo média com o governo. E olha a bandalheira: teve até caso da Funtelpa repassando uns R$ 20 milhões pra TV Liberal, pra emissora privada usar as torres do estado pra transmitir a Globo pro interior. Foi um escândalo que deixou todo mundo de cabelo em pé!
Guerra Interna no Palácio
Não era só com a imprensa que o homem reinava. Em 1997, enquanto o Almir tava lá em São Paulo fazendo uma cirurgia, o vice dele, Hélio Gueiros Júnior, quis dar uma de esperto e começou a demitir meio mundo pra abrir caminho pro pai dele. Mas o Almir, mesmo doente, mostrou que é duro na queda: pegou o avião, voltou rapidola, reverteu as demissões e esvaziou os poderes do vice. Ele mostrou quem é que mandava naquela cambada toda.
O Treco da “Operação Rêmora”
Já perto de terminar sua trajetória no poder, veio uma notícia que deixou o Almir com o cu na mão. Em 2006, o filho dele, Marcelo, foi emcanado pela Polícia Federal na “Operação Rêmora”, que tava investigando uma robalheira gigante em licitação pública. Esse fato novo deu o que falar e caiu que nem uma bomba na campanha eleitoral.
Foi um tempo de muita tensão, onde o poder do “coronelismo” de prancheta batia de frente com quem ousava falar sem embaçamento. Se tu perguntar pro povo mais antigo, cada um vai ter uma história diferente sobre esses anos, mas uma coisa é certa: o Almir Gabriel deixou um legado que não dá pra tapar o sol com a peneira.
A Parceria com FHC e o “Dedo no Olho” pela Lei Kandir
Fala, mano! Bora bater um papo reto sobre como era a fita do Almir Gabriel com o governo lá de Brasília, quando o FHC tava no comando. O tempo que o Almir governou o Pará (1995-2002) foi praticamente o mesmo tempo que o Fernando Henrique tava na presidência. Como os dois eram do mesmo partido (PSDB), no começo a relação era só o filé.
Portas Abertas e o “Avança Pará”
No começo, essa sinergia ideológica fez o Pará ficar bem na foto. O Almir chegava em Brasília e as portas tavam todas abertas! Era um tapete vermelho pra aprovar os aval da União em financiamentos lá de fora, como foi o caso dos borós pro BID financiar as obras de macrodrenagem e as nossas estradas. Com isso, o governo conseguiu aplicar aqui o programa “Avança Brasil”, o que deu uma impulsionada massa no estado.
A Lei Kandir: Uma Facada no Coração
Mas nem tudo são flores, e a relação institucional logo deu um deu prego. O grande bafafá foi a tal da Lei Kandir (Lei Complementar nº 87/1996).
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O governo federal criou essa lei pra incentivar a exportação e segurar o tranco do Plano Real, isentando de ICMS produtos primários e semielaborados que iam pra fora.
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Pra gente, que é um gigante na exportação de minério e agro, essa lei foi de cair o cu da bunda. O estado perdeu uma nota preta — foram dezenas de bilhões de reais que deixaram de entrar nos cofres públicos nas décadas que se seguiram.
O Almir se viu numa sinuca de bico: defender a economia do partido nacional ou brigar pela saúde fiscal do nosso Pará? No começo ele ficou meio na dele, mas depois o bicho não se segurou e virou uma voz contundente. Ele começou a exigir que a União pagasse as compensações, mas a grana que vinha era sempre um bocado menor que o prejuízo real que a gente levava. O homem ficou invocado e bateu o pé, porque a falta desse dinheiro tava matando a nossa máquina pública por dentro.
O Pulo do Gato que Deu Errado: O Rompimento e a Saída do Almir
Mano, essa história de poder é um treco danado, né? Quando a gente acha que tá com tudo, a vida vem e dá uma rasteira. O Almir Gabriel, que mandou no Pará por um tempão, acabou vendo o grupo que ele mesmo montou sair do controle e seguir outro rumo. Foi um “já era” pro domínio que ele tinha construído.
A Traição dos “Herdeiros”
Em 2002, o Almir tava no auge da pavulagem política e conseguiu eleger o Simão Jatene, que era seu secretário de planejamento, como governador. O plano era todo selado: o Jatene ia ser o braço direito, dando continuidade à obra do mentor. Mas, olha já, foi só o Jatene pegar a caneta e sentar na cadeira que ele quis ter autonomia. O Almir, que era um cara invocado e gostava de mandar, não gostou nada de ser escanteado e o ressentimento cresceu rapidola.
O “Fato Novo” e a Traição Final
A coisa ficou escrota mesmo em 2010. O Jatene, querendo se manter no poder a todo custo, articulou uma aliança que ninguém esperava: fechou com o PMDB do Jader Barbalho! Pra quem não sabe, o Jader era o arqui-inimigo visceral do Almir.
O Almir, se sentindo traído e encabulado com tanta bandalheira política do partido que ele ajudou a fundar, pegou o beco do PSDB em 2009. E aí o cara fez uma das paradas mais estordes da nossa política: declarou apoio público pra reeleição da Ana Júlia, do PT, a mesma mulher que tinha dado uma surra nele anos antes! Foi de cair o cu da bunda de muita gente!
O Fim da Linha
Mesmo com o apoio do Almir, o Jatene venceu a eleição de 2010, mas o gesto só serviu pra deixar o Almir isolado de tudo que ele tinha construído. Em 2011, ele ainda tentou se segurar no PTB e até pensou em ser prefeito de Belém de novo em 2012. Mas o destino, que não é parente de ninguém, tratou de dar um basta: a saúde dele começou a piorar de vez e ele teve que deixar a vida pública.
No final das contas, o homem que desenhou o Pará moderno acabou seus dias vendo o seu próprio grupo político seguir por caminhos que ele não dava crédito. É a vida, mano… um dia tu tá bem na foto, no outro a sorte goriou e tu fica só na lembrança.
17. Linha do Tempo
| Ano / Período | Acontecimento Marcante |
| 1932 | Nasce em Belém (18 de agosto), vivendo a primeira infância em Castanhal1. |
| 1956 | Forma-se em Medicina (UFPA). Liderança no movimento estudantil9. |
| 1962 – 1976 | Dirige o Sanatório Barros Barreto em dois períodos. Especializações em RJ e SP9. |
| 1979 | Inicia a vida pública de relevo como Secretário Estadual de Saúde (Gov. Alacid Nunes)12. |
| 1983 | Nomeado Prefeito de Belém pelo governador Jader Barbalho (até 1986)1. |
| 1986 | Elege-se Senador da República (PMDB), com notória atuação1. |
| 1987 – 1988 | Relator da Comissão da Ordem Social na Constituinte (criação do SUS e leis indígenas). Fundador do PSDB12. |
| 1989 | Candidato a Vice-Presidente da República na chapa de Mário Covas1. |
| 1994 | Elege-se Governador do Pará no 2º turno, derrotando Jarbas Passarinho1. |
| 1996 | 17 de Abril: Massacre de Eldorado dos Carajás, evento mais trágico da gestão5. |
| 1997 | Crise do motim da Polícia Militar e rompimento com Hélio Gueiros Júnior8. |
| 1998 | Reeleito governador (derrota Jader Barbalho). Privatização da CELPA1. |
| 2000 | Inauguração da Estação das Docas, símbolo da modernização urbana3. |
| 2002 | Faz seu sucessor, Simão Jatene14. |
| 2006 | Derrotado na tentativa de retornar ao governo por Ana Júlia (PT)14. |
| 2009 / 2011 | Rompe com Jatene e o PSDB, desfiliando-se. Ingressa no PTB em 20111. |
| 2013 | Falece em 19 de fevereiro, aos 80 anos, em Belém, vítima de enfisema pulmonar e insuficiência cardíaca. É sepultado em Castanhal1. |
Almir Gabriel: O Homem por Trás da Máscara de Ferro
Mano, tu já deves ter lido um bocado sobre a política do doutor Almir, né? Mas agora bora espiar como era o “bicho” fora da prancheta e dos palanques. O homem era uma figura, cheio de manias e um carrancudo de primeira, mas que também tinha seu lado sossegado quando tava longe da bandalheira da política.
Um Médico com seus “Trecos”
Almir era médico, né? E como todo doutor que manja, sabia bem que o cigarro era o diacho. Mesmo assim, não largava o vício por nada. Começou novo, metendo o cigarro de palha, e depois passou pro industrializado. Esse vício, somado com a lerdeza do sedentarismo, não deu outra: o cara passou um perrengue arretado com o pulmão, vivia internado no InCor, em São Paulo, e esse enfisema acabou sendo o que o levou pro passamento.
De resto, ele era um paizão de quatro filhos: o Almir, a Raifa, o Marcelo e a Sâmia, frutos do casamento com a dona Maria do Socorro.
O Refúgio das Orquídeas
Dentro daquele Palácio dos Despachos, o cara detestava ver a galera fazendo pavulagem e tentando puxar o saco. Era invocado mesmo! Pra desopilar o fígado, o homem tinha um hábito que era só o filé: cuidava de orquídeas. O caboco classificava tudo com o maior rigor. Era ali, no silêncio da casa dele, que ele achava aquela tranquilidade que a política nunca deu pra ele.
A Teimosia com os Amigos
Agora, se tinha uma coisa que o Almir era, era teimoso! A lealdade dele com uns parceiros técnicos era de cair o cu da bunda. O caso mais clássico era o do arquiteto Paulo Chaves. O cara mandou na cultura por mais de 20 anos, atravessando governo do Jatene e tudo, só porque tava debaixo do manto de proteção do Almir. Tinha hora que o Paulo Chaves parecia ter mais poder que secretário de Fazenda, era o verdadeiro homem de confiança do doutor.
Era assim: se tu fosse fechamento do Almir, tava feito, mas se tu pisasse na bola, era capar o gato rapidola!
Almir Gabriel: O Doutor que Tentou Curar o Pará, mas Deixou Cicatrizes
Mano, depois de tanto matutar sobre a trajetória desse bicho, a gente chega numa conclusão que é de cair o cu da bunda. Afinal, quem foi esse tal de Almir Gabriel pro nosso Pará?
Não tem como tapar o sol com a peneira: ele foi uma figura contraditória. Se tu conversar com os economistas e essa galera que gosta de um planejamento técnico, vão te falar que ele foi o cara que tirou a máquina pública do furdunço da velha política dos anos 80 e botou o Pará pra rodar nos trilhos da austeridade. Sem as obras dele, tipo a Alça Viária e o Tramoeste, a economia do nosso sul do estado ia ficar atolada na lama, sem vazão pra nada. E não esquece que, lá em Brasília, na hora de desenhar a Constituição, ele foi um dos pais do nosso SUS, defendendo que saúde é direito de todo mundo, e deu uma força braba pros direitos das nossas terras indígenas.
O Lado da Sombra e da Dor
Mas, por outro lado, se tu for conversar com os historiadores e com a galera que vive a lida no campo, o veredito é bem mais pesado. O “progresso” que ele trouxe pra Belém, com aquela estética fina da Estação das Docas, muitas vezes era cego pras mazelas da nossa periferia, onde o povo vivia abandonado.
A privatização da CELPA foi outra bandalheira que empobreceu o caboco lá na ponta, com uma conta de luz cara que só vendo, enquanto a empresa falhava em tudo que é manutenção. E, pra não dizer que não falei das flores, tem a mancha que nunca vai sair: o sangue que escorreu na PA-150 naquele fatídico dia em Eldorado dos Carajás. Aquilo ali vai ser pra sempre a sombra da truculência estatal sobre o currículo dele.
A Síntese do Doutor Governador
No fim das contas, o Almir foi a cara daquele desenvolvimentismo que a gente viu na virada do milênio aqui na nossa Amazônia. Ele era um líder autoritário na forma de agir, mas inovador no que botava na mesa. O bicho operava o Estado como se tivesse com o bisturi na mão: ele via a política pública como se fosse uma doença pulmonar, onde ele tinha que arrancar o tumor com cortes profundos. Ele era insensível à dor que causava ao “paciente” — ou seja, ao povo —, mas era absolutamente convicto de que aquela intervenção era o único jeito de garantir que o Pará não morresse e tivesse vitalidade.
Foi um tempo estorde, pai d’égua e ao mesmo tempo triste. A história tá aí, e a gente não pode esquecer nem das obras, nem do sangue.
Referências citadas
- Almir Gabriel – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Almir_Gabriel
- Começa a batalha da ordem social, https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/107954/1988_11%20a%2015%20de%20Maio_%20151.pdf?sequence=3&isAllowed=y
- POLÍTICAS CULTURAIS E CONSUMO CULTURAL: um estudo dos públicos da Estação das Docas em Belém/PA – Universidade Estadual do Ceará, https://www.uece.br/wp-content/uploads/sites/56/2019/12/ana_paula_nazare_de_freitas.pdf
- mensagem do governo do para – SEPLAD, https://seplad.pa.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/mensagem_governo_2003.pdf
- 17 de abril: massacre de Carajás e o golpe de Estado – PT no Senado, https://ptnosenado.org.br/a-memoria-do-17-de-abril-massacre-de-carajas-e-o-golpe-de-estado/
- Eldorado dos Carajás: professor analisa os 20 anos de impunidade – sedufsm, https://www.sedufsm.org.br/noticia/4001-eldorado-dos-carajas-professor-analisa-os-20-anos-de-impunidade
- CUT Pará exige federalização da Celpa… – CUT – Central Única dos Trabalhadores, https://www.cut.org.br/noticias/cut-para-exige-federalizacao-da-celpa-e-responsabilizacao-criminal-da-rede-7ea1
- Imprensa, poder e contra-hegemonia na Amazônia: 20 anos do Jornal Pessoal (1987-2007) – Teses USP, https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27153/tde-27042009-115830/publico/4846515.pdf
- Almir Gabriel – Wikipedia, https://en.wikipedia.org/wiki/Almir_Gabriel
- Valorizar o passado, https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/25/Valorizar_o_passado%2C_Hist%C3%B3ria_no_Museu_da_Pessoa_%28100383%29.pdf
- Almir Gabriel deixa legado de obras para o Pará | PSDB, https://www.psdb.org.br/acompanhe/almir-gabriel-deixa-legado-de-obras-para-o-para/
- CMB 343 – Câmara Municipal de Belém, https://cmb.pa.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Proc.-343-FG.pdf
- Eleições estaduais no Pará em 1998 – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_estaduais_no_Par%C3%A1_em_1998
- Ex-governador do Pará, Almir Gabriel morre em Belém – G1 – Globo, https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/02/ex-governador-do-para-almir-gabriel-morre-em-belem.html
- CRISE E REARTICULAÇÃO DAS OLIGARQUIAS NO PARÁ, https://periodicos.ufpa.br/index.php/pnaea/article/viewFile/11851/8214
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- Belém superando dificuldades, nossa realidade melhorando! – Portal da Transparência, https://portaltransparencia.belem.pa.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/RAG_2023-final.pdf
- FORMAÇÃO INSTITUCIONAL DA AMAZÔNIA – Amazon Fund, https://www.amazonfund.gov.br/export/sites/default/pt/.galleries/documentos/acervo-projetos-cartilhas-outros/UFPA-NAEA-Livro-01-Formacao-Institucional-Amazonia.pdf
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- Discurso do(a) Deputado(a) EDMILSON RODRIGUES em 05/04/2017 s 15:14, https://www.camara.leg.br/internet/sitaqweb/TextoHTML.asp?etapa=3&nuSessao=061.3.55.O&nuQuarto=120&nuOrador=2&nuInsercao=0&dtHorarioQuarto=15:14&sgFaseSessao=BC%20%20%20%20%20%20%20%20&Data=05/04/2017&txApelido=EDMILSON%20RODRIGUES&txEtapa=Com%20reda%C3%A7%C3%A3o%20final
- A DINÂMICA EXCLUDENTE DO SISTEMA ELÉTRICO PARAENSE MARCOS VINICIUS MIRANDA DA SILVA – Teses USP, https://teses.usp.br/teses/disponiveis/86/86131/tde-07062007-150058/publico/Tese.pdf
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- PODER PÚBLICO E SINDICATO: UM OLHAR À PRIVATIZAÇÃO DAS CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ, https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/download/1318/1055
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- O insubmisso – revista piauí, https://piaui.uol.com.br/revista/235/o-insubmisso-parte-2-lucio-flavio-pinto/
- A história na chapa quente (116) – Lúcio Flávio Pinto, https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2017/04/29/a-historia-na-chapa-quente-116/
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- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Portal Ipea, https://portalantigo.ipea.gov.br/agencia/index.php?option=com_alphacontent&ordering=7&limitstart=4140&limit=20&Itemid=3
- A história na chapa quente (321) – Lúcio Flávio Pinto, https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2017/08/08/a-historia-na-chapa-quente-321/
- A virtude está no meio: entrevista com Paulo Sette Câmara¹ – Fonte Segura, https://fontesegura.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/sites/2/2022/04/Ed_37_(Especial)_A-virtude-esta-no-meio-entrevista-com-Paulo-Sette-Camara.pdf
- Candidatos – Governador – Pará – Almir Gabriel – Folha Online – Especial – 2006 – Eleições, https://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2006/eleicoes/candidatos-governador-pa-almir_gabriel.shtml


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