Ponta Pé Inicial: A História do Papão
A história do futebol na Amazônia tá toda enrabichada com a trajetória de lutas e glórias do Paysandu Sport Club. Em mais de um século, esse clube pai d’égua virou um pilar da nossa cultura, mexendo com a galera e levando o nome de Belém, do Pará e de todo o Norte pra lá na caixa prego, nos lugares mais altos do esporte nacional e sul-americano. Contar a história do Paysandu é falar de uma Belém que era só o creme na época da borracha, e que achou no futebol o seu palco mais democrático. Essa reportagem vai falar sem embaçamento das raízes, dos pés de porrada em campo, dos ídolos que são o bicho e da reconstrução do “Papão da Curuzu”, desde os tempos de ouro até este ano de 2026.

A fundação em 1913
No comecinho do século XX, Belém tava cheia de pavulagem nos últimos dias da Belle Époque da borracha. A cidade queria ser gringa, respirando ares europeus com teatros majestosos, bondes elétricos e palacetes, enquanto o tal do foot-ball chegava de mansinho dominando os terrenos e praças da capital. Nisso tudo, o esporte já tinha um furdunço sendo organizado pela Liga Paraense de Foot-Ball.
Olha já, o Paysandu nasceu de uma confusão onde a rapaziada ficou mordida com uma injustiça pura. No final de 1913, o Norte Club (que o povo conhecia carinhosamente como Team Negra) jogou uma partida decisiva contra o Guarany. Deu 1 a 1 de rocha no dia 15 de novembro, mas o juiz Abel de Barros meteu o migué apontando irregularidades e a Liga anulou o jogo. A galera começou a reinar, porque essa presepada acabou beneficiando diretamente o Grupo do Remo (hoje Clube do Remo), que levou a taça daquele ano.

Mas ti mete mano quando eu vi essa imagem panema cheia de tuíra do côro eu fiquei com o cu na mão de perder essa história Mas eu dei meus pulos chamei um chegado ladino na gambiarra digital pra indireitar essa visagem Ele malinou com os pixels e o resultado ficou só o filé mano de cair o cu da bunda TF Foto AscomPaysandu
A diretoria do Norte e os jogadores ficaram cabreiros e revoltados com a bandalheira dos bastidores do futebol. O líder dessa revolta toda era o atleta Hugo Manoel de Abreu Leão, um cara que era o pulso do time. A lenda diz que quando o Remo teve a audácia de chamar o Hugo pra jogar lá logo após esse rolo, ele não aceitou nem com nojo e soltou a frase selada que mudaria pra sempre o esporte por aqui: “Vou fundar um clube para vencer o Grupo do Remo”.
Essa indignação virou coisa séria e não ficou só no lero lero. A história oficial diz que o clube nasceu no dia 7 de dezembro de 1913, quando os caras se juntaram pra quebrar a hegemonia da época. O nome foi ideia do próprio Hugo e do Edgar Proença, homenageando a cidade uruguaia e a “Tomada de Paysandu”, pra mostrar que o time vinha pra ser duro na queda e cheio de resistência. A equipe começou batizada de Payssandú Foot-Ball Club, mas rapidola, só 17 dias depois, mudou pra Paysandu Sport Club, pra agasalhar outros esportes e firmar o nome. A primeira diretoria teve Deodoro de Mendonça como presidente e o Hugo Leão metendo a cara pra consolidar a fundação e atrair mais sócios.
A relação com o caboclo paraense foi construída num magnetismo só. Nascendo dessa injustiça brava, o Paysandu atraiu pra perto de si todo mundo que via no esporte um jeito de peitar a elite que mandava nos gabinetes das ligas…

Os primeiros anos: Forjados no Pé de Porrada
A identidade do clube foi forjada no pé de porrada e na rivalidade firme desde o primeiro dia em que a bola rolou. O primeiro jogo da história não tinha como ser contra outro time senão o Clube do Remo, bem ali no dia 14 de junho de 1914. A partida marcou a inauguração do campo da firma Ferreira & Comandita (que depois virou a famosa Curuzu), mas terminou sendo uma verdadeira pisa dos azulinos, que ganharam de 2 a 1. Mesmo assim, o objetivo da equipe alviceleste tava traçado di rocha: destronar o rival.
Naqueles primeiros anos, o Remo tava cheio de pavulagem, dominando tudo e levando um heptacampeonato estadual entre 1913 e 1919. Pra quebrar essa banca, o Paysandu precisou de paciência pra criar seus próprios ídolos. A primeira vitória sobre o arquirrival foi no dia 31 de janeiro de 1915, um triunfo de 2 a 0 que marcou a estreia do Suíço, o primeiro grande ídolo e capitão do time. O cara manjava muito, jogando com uma eficiência enorme tanto na lateral-esquerda quanto no meio-campo.
A consagração definitiva chegou na virada pros anos 1920. Em 1920, o Paysandu venceu seu primeiro Campeonato Paraense e engatou logo um tetracampeonato (1920, 1921, 1922 e 1923), mostrando que a camisa alviceleste era maceta. Aí tem um causo dessa época que é só o creme mano: dizem que o Suíço, que infelizmente levou o farelo precocemente em 1922 aos 23 anos, apareceu feito uma visagem pro goleiro João Moraes num jogo de 1923 contra o Remo. A alma do cara teria sussurrado pra ele pular pro lado direito e defender um pênalti decisivo, garantindo a vitória! Esse tipo de história só prova como o Paysandu se enraizou na fé e no coração da galera.
O nascimento do Papão
As décadas de 1930 e 1940 transformaram o Paysandu de um time campeão numa lenda da região. O ápice do terror imposto aos adversários rolou com a formação do lendário “Esquadrão de Aço”. Entre 1942 e 1947, os caras meteram um pentacampeonato histórico, disputando 39 jogos com 33 vitórias e impressionantes 136 gols. O ataque era uma máquina chibata liderada por craques como Luiz Gonzaga Lebrêgo (o Quarenta) e Hélio Costa.
Foi nesse período de vitórias folgadas que surgiu o apelido mais temido do futebol do Norte. Aquele time artilheiro ganhava de todo mundo, então o povo começou a chamar a equipe de “Papão da Curuzu”, o verdadeiro bicho-papão que engolia os oponentes sem dó no acanhado e místico estádio.

Jogadores do Clube Esportivo Paysandú em foto tirada em 1919
Da esquerda para a direita Paulo Renaux presidente Victo A Gevaerd Antero da Silva Adolfo Bauer Germano Jacobs Luiz Zanon e João Belli
De joelhos Osvaldo Gleich Adolfo Walendowsky e Fritz Ammann Sentados Francisco Grotti Augusto Moritz e Luiz Gevaerd Imagem restaurada com IA
As primeiras conquistas e as grandes gerações
Olhando a linha do tempo, a gente percebe rapidinho como o clube virou uma potência. Depois do título de 1920, o time não ficou de touca. Nos anos 30, a equipe faturou os estaduais de 1931, 1932, 1934 e 1939, mostrando o faro de gol do Quarenta, que adorava passar o sal nos goleiros rivais.
Já na década de 1940, o domínio do estado ficou disconforme. Além do pentacampeonato, foi no dia 22 de julho de 1945 que o Papão deu a maior goleada da história da rivalidade paraense. Lá na caixa prego não, foi em pleno Baenão (estádio do Remo) que o Paysandu aplicou um monumental 7 a 0! Os gols foram de Soiá (três vezes), Hélio (duas vezes), Farias e Nascimento. Essa vitória tava selada nas estrelas e firmou o status do Paysandu como a maior força do estado, deixando a torcida com a certeza de que o time era invencível.
E olha já, a história do Paysandu é marcada por essa capacidade única de se reinventar e dominar a região em várias gerações. Eles foram crescendo e provando que são duro na queda, expandindo seu poderio do cenário local para o futebol nacional e internacional…
Década de 1920: A consolidação da hegemonia
Foi aqui que a hegemonia foi selada. Depois do trauma de ver o rival brilhar na década anterior, o Paysandu não ficou de touca e faturou os estaduais de 1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928 e 1929. O clube começou a arrastar uma galera apaixonada de trabalhadores e comerciantes, transformando de vez a Curuzu num caldeirão pai d’égua e intransponível.
Década de 1930: O faro de gol
A afirmação de que a instituição era uma máquina de fazer gol. Mesmo com a rivalidade pesada, parecendo um pé de porrada equilibrado contra o Remo e a Tuna Luso, o Papão levou a taça em 1931, 1932, 1934 e 1939. Essa época foi marcada pela ascensão do Luiz Gonzaga Lebrêgo, o Quarenta. O talento do bicho com a bola no pé pavimentou o caminho pra dinastia que viria a seguir.
Década de 1940: Nasce o “Papão da Curuzu”
A era áurea do lendário “Esquadrão de Aço”. Sob a batuta de Hélio Costa, Guimarães e Quarenta, os caras obtiveram a maior série ininterrupta de títulos estaduais (pentacampeonato 1942-1947). E foi em 1945 que aplicaram uma goleada maceta e brutal de 7 a 0 no Remo, deixando eles no passamento. Foi assim que o clube virou uma entidade mítica e o nome “Papão da Curuzu” firmou di rocha.

Década de 1950: O brilho do Quarentinha
Um período onde o Parazão ficou mais acirrado. Mas a década ficou eternizada pelo surgimento do meio-campista Paulo Benedito dos Santos Braga, o lendário Quarentinha, que começou em 1955. O cara era muito cabeça em campo. Comandando a tática e com uma visão de jogo disconforme, ele garantiu pro Papão as conquistas expressivas de 56, 57 e 59.
Década de 1960: Só o creme mano!
Uma das décadas mais chibatas e internacionais do futebol amazônico. Além de enfileirar um monte de títulos estaduais (61, 62, 63, 65, 66, 67 e 69), o Paysandu fez uma presepada que ganhou as manchetes do mundo. No dia 18 de julho de 1965, enfrentaram o temido Peñarol (Uruguai), campeão da América e do Mundo. Numa tarde épica na Curuzu, o Paysandu meteu a cara e aplicou na jugular: 3 a 0 nos gringos, com gols de Ércio, Milton Dias e Pau Preto. O evento foi tão daora que o Nelson Rodrigues imortalizou em crônica a bravura do nosso futebol caboclo.
Década de 1970: Tanque e Dadá Maravilha
O começo da década foi dominado por uma rivalidade extrema de artilheiros. O Benedito Pinho Leme, o Bené, conhecido como o “Tanque da Curuzu”, se firmou como o maior artilheiro da história do clube, com uns 249 gols porrudos. Já no final da década (1979), trouxeram o Dadá Maravilha. O tricampeão mundial deixou a torcida ouriçada, incendiou o Re-Pa, travou duelos contra o azulino Bira, e rendeu ao clube multidões e o título de 1980.
Década de 1980: Mantendo a tradição
O clube começou a fazer campanhas de destaque nas divisões nacionais do Brasileirão e manteve a hegemonia local firme e forte, com o tricampeonato de 80, 81 e 82. Nomes de peso como Cabinho (o quinto maior artilheiro com 127 gols) mantiveram viva a tradição de formar artilheiros mortais no estádio da Curuzu.
Década de 1990: Glória Nacional e o Tabu Escroto
Foi o salto pra glória! Em 1991, com o artilheiro Cacaio botando pra quebrar, o Paysandu faturou a Série B do Campeonato Brasileiro em cima do Guarani num Mangueirão até o tucupi de gente (2 a 0). Foi o primeiro título nacional do Norte! A década também teve altos e baixos, com o time lutando entre a Série A e B, mas ficou marcada pelo amargo tabu escroto de 33 jogos sem vencer o rival entre 1993 e 1997.
Década de 2000: A “Era de Ouro” Moderna
Aqui o Papão foi o bicho de verdade! Com Givanildo Oliveira no comando e lideranças como Vandick, Lecheva e Zé Augusto em campo, o time faturou o bicampeonato da Série B em 2001 (enfiando 4 a 0 no Avaí). Em 2002, formaram a inesquecível Tríplice Coroa: ganharam o Parazão, faturaram a Copa Norte e ergueram a taça épica da Copa dos Campeões sobre o Cruzeiro. No ano seguinte (2003), encantaram a América do Sul disputando a Libertadores e passando o sal no Boca Juniors em plena Argentina. Tá safo?
Década de 2010: O Rei da Copa Verde
Depois de umas crises financeiras graves que deram prego no time e o jogaram na Série C, a década marcou a paciência da torcida. Mas eles deram a volta por cima e se tornaram o primeiro grande “Rei” da recém-criada Copa Verde, levando em 2016 e 2018. O time até voltou pra Série B, mesmo lutando direto contra instabilidades políticas.
Década de 2020 a 2026: O Renascimento Pai d’Égua
Uma fase de sofrimento intenso, mas de rápida reestruturação. Depois de ficar perambulando entre acessos suados e amargos rebaixamentos (caindo pra Série C no final de 2025), o clube deu um 180 na diretoria com a chegada do Márcio Tuma à presidência. Em 2026, com Marcelo Sant’Ana e o técnico Júnior Rocha, o Papão voltou às origens, valorizou a base e passou a régua em todo mundo no primeiro semestre: faturou o 51º Parazão em cima do Remo, o bi da Copa Norte metendo 4 a 2 no Nacional-AM e se consolidou como hexacampeão isolado da Copa Verde com um placar de 5 a 3 contra o Anápolis.
Fala, parente! Aqui é o teu gestor de conteúdo do site veropeso.shop. Já peguei o teu texto sobre a história da Curuzu e dei aquela reescrita caprichada usando o nosso linguajar caboclo, pra deixar a leitura bem pai d’égua pros nossos leitores.
A história da Curuzu: O Caldeirão do Papão
O Estádio Leônidas Sodré de Castro, o nosso famoso “Vovô da Cidade”, que a galera chama afetuosamente de Curuzu, é um patrimônio do futebol brasileiro. Inaugurado lá pro dia 14 de junho de 1914 pela firma Ferreira & Comandita (bem na época do primeiro Re-Pa da história), a praça esportiva foi comprada de vez pelo Paysandu no ano de 1918 por uns 12 contos de réis. E digo mais: até hoje é um dos estádios mais antigos do Brasil que continua firme e forte, duro na queda na atividade profissional.
Mas te orienta, mano! A Curuzu não é só um pedaço de concreto cercado de alambrado não; é o verdadeiro santuário da nossa Fiel Bicolor. O torcedor fica bem na ilharga do gramado, o que cria um clima abafado e tenso, dando um passamento e deixando os adversários do eixo Centro-Sul com o cu na mão. Foi nesse palco místico e pai d’égua que o Paysandu passou o sal nos rivais da elite nacional, aplicando umas goleadas macetas no Campeonato Brasileiro. O ápice dessa loucura toda rolou na inesquecível Série B de 2001, quando a torcida lotava até o tucupi as dependências acanhadas pra empurrar o time do Vandick e do Lecheva rumo à elite. O time era só o creme mano!
Em dia de jogo do Papão na Curuzu, o ar fica denso e cheio daquela umidade amazônica. Os gritos de guerra da torcida se misturam com o cheiro daquele tacacá e da maniçoba de primeira vendendo no entorno das ruas do bairro do Marco. É bem ali que o Paysandu se sente invulnerável, uma fortaleza selada que explica por que os adversários costumam apanhar mais do que vaca quando entra na roça lá dentro. Transformar um jogo de futebol num evento na Curuzu é, sem embaçamento, viver um verdadeiro rito cultural de pertencimento.
O Paysandu no Futebol Brasileiro: Respeita o Papão!
A caminhada do Paysandu no cenário nacional é a história de um time que cresceu à pulso, superando a distância de morar lá na caixa prego do mapa logístico e metendo a cara pra dobrar os clubes cheios de pavulagem do tal do “Eixo” do Brasil. Em mais de cem anos de história, a equipe já meteu 20 participações na Série A do Brasileirão, provando di rocha que o futebol do Norte tem uma galera massiva e que a nossa técnica e tática não são de meia tigela.
Vitórias que deixaram o Brasil no passamento
Essa jornada na elite tá cheia de vitórias que chocaram o país e deixaram muito time grande dando passamento. O Papão protagonizou umas goleadas macetas na Série A contra adversários montados na grana. Quem não lembra daquele histórico 6 a 1 em que a gente passou o sal no Corinthians no comecinho dos anos 2000? Sem falar nas atuações de gala que humilharam os gigantes cariocas e paulistas num Mangueirão lotado até o tucupi. É de cair o cu da bunda!
No Campeonato Brasileiro, quem mostrou que manja muito de fazer gol foi o artilheiro Robgol, que marcou época. Em 2005, o bicho foi vice-artilheiro do Brasileirão da Série A, anotando 21 gols porrudos e deixando o Brasil todo de boca aberta.
Duro na Queda em todas as divisões
Claro que o clube teve seus rolos e perambulou um pouco pelas divisões. Historicamente, o time oscilou entre a Série A, a pegada da Série B (onde já soma 19 participações e faturou dois títulos que são só o creme mano) e a extenuante Série C, onde tem 13 participações e se encontrou na temporada de 2026 pra uma reestruturação. Mas te orienta num detalhe importante: o Paysandu nunca, nem com nojo, disputou a Série D do Brasileirão!
Foi com a garra de uns técnicos que são muito cabeça e duro na queda — feito Givanildo Oliveira, Hélio dos Anjos, Dado Cavalcanti e, agora nesse ciclo de 2026, o Júnior Rocha — que o Papão construiu a sua imagem. Pra te falar sem embaçamento: independentemente da divisão momentânea, o Paysandu jamais entra como mero coadjuvante. Tá safo?
Os títulos nacionais: O Rei de Copas!
A prateleira de troféus do Paysandu é, sem lero lero, a mais pesada e vistosa de toda a Amazônia. O clube é o verdadeiro “Rei de Copas” e ostenta isso com dados di rocha. Cada conquista nacional é uma prova de que o Papão é duro na queda.
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Campeonato Brasileiro Série B de 1991: Com o Joel Martins no comando e o artilheiro Cacaio botando pra quebrar (14 gols), o Paysandu mostrou sua força. A final foi contra o poderoso Guarani. Depois de perder de 1 a 0 lá pra baixo, o Papão meteu a cara e engoliu o adversário no Mangueirão lotado até o tucupi com um 2 a 0 maceta. Foi o primeiro título nacional do Norte, mudando a história!
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Campeonato Brasileiro Série B de 2001: Dez anos depois, o clube voltou pro topo num quadrangular que deixou muito torcedor com o cu na mão. O ápice foi depois de uma derrota em Caxias do Sul (4 a 3). A torcida lotou o aeroporto na volta, e, na rodada final na Curuzu, o time aplicou uma pisa de 4 a 0 no Avaí. O ídolo Vandick foi o bicho, marcando dois gols e botando o Pará de volta na elite!
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Copa Norte (2002 e 2026): O selo da supremacia! Em 2002, passamos o sal no São Raimundo-AM. Ganhamos de 1 a 0 lá e metemos 3 a 0 aqui. Em 2026, com o torneio revitalizado, o Papão deixou o Nacional-AM no passamento vencendo no agregado por 5 a 2!
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Copa Verde (O Hexacampeonato – 2016 a 2026): A hegemonia verde do Brasil é bicolor. A competição praticamente virou propriedade do Paysandu! Faturamos em 2016, 2018, 2022, 2024, 2025 e, coroando a bandalheira toda, o sexto título veio em 2026 contra o Anápolis com uma goleada purruda de 4 a 0 no Mangueirão.
A conquista da Copa dos Campeões de 2002
O ápice do futebol paraense cristalizou-se nessa competição que era só o creme mano! Um torneio só com os campeões regionais, valendo vaga direta pra Libertadores. A imprensa gringa do sul tratava o Paysandu como zebra, mas o nosso esquadrão logo mostrou que não tava lá pra brincadeira. Passamos por Corinthians, Fluminense, Bahia e batemos o Palmeiras nas semifinais.
A final foi contra a máquina do Cruzeiro. No primeiro jogo, a torcida lotou o Mangueirão com fervor, mas levamos um revés de 2 a 1, deixando a galera meio jururu. A vantagem exigia uma vitória heroica longe de casa.
No dia 4 de agosto de 2002, no Castelão em Fortaleza, o Brasil testemunhou a história. O técnico Givanildo Oliveira montou um time valente. Num jogo eletrizante, o Papão venceu no tempo normal por 4 a 3. O Vandick parecia que tava mundiado e fez três gols! No apagar das luzes, Jobson subiu de cabeça e selou o quarto gol. A decisão foi pros pênaltis. O goleiro Marcão intimidou os cruzeirenses, que erraram tudo, e nós cravamos 3 a 0. O país se curvou: o Norte tava na Libertadores! É de cair o cu da bunda!
A Libertadores de 2003 e o cala boca na Bombonera
A participação do Paysandu na Libertadores não foi a passeio, não fomos pra ficar de touca. No Grupo 2, atropelamos todas as lógicas! Passamos invictos em primeiro lugar com 14 pontos, incluindo uma goleada histórica de 6 a 2 sobre o Cerro Porteño, onde o Mangueirão virou um caldeirão.
Mas o destino guardou o adversário mais temível pras oitavas: o Boca Juniors de Carlos Bianchi e Tevez. No dia 24 de abril de 2003, na mítica Bombonera, o impossível rolou. O juiz tava de migué e expulsou o Robgol e depois o Vanderson. O Paysandu ficou com 9 em campo, a pressão tava medonha, mas o nosso time é pulso!
Aos 22 minutos do segundo tempo, Sandro Goiano desarmou, passou pro Iarley, que fatiou a zaga argentina e guardou no fundo da rede! 1 a 0! O gol silenciou milhares de argentinos. O Paysandu virou a terceira equipe brasileira na história a derrotar o Boca na casa deles. Te mete!
No jogo de volta, no Mangueirão, tentamos jogar de igual pra igual, mas o Boca mostrou seu peso e levou de 4 a 2. Mesmo assim, não teve choro: os quase 60 mil paraenses aplaudiram o time de pé. Uma campanha que vai ficar pra sempre na memória da nossa gente! Tá safo?
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Confere aí como ficou a matéria pro site:
Os Grandes Ídolos do Papão: Só o creme mano!
A alma e o prestígio do Paysandu não surgiram do nada, não! Foram forjados no suor, na técnica e na grandeza de jogadores que vestiram a camisa bicolor e a transformaram numa verdadeira armadura sagrada. Espia só a lista desses caras que são o bicho:
Quarentinha (Paulo Benedito dos Santos Braga): Um meio-campista que era muito cabeça e defendeu as cores do clube entre 1955 e 1973. O bicho era tão escovado que é o recordista isolado no Brasil de títulos estaduais num mesmo clube, levando 12 taças pro Papão! Além da técnica de primeira, é o cara que mais jogou o Re-Pa, com 135 clássicos. Por essa entrega toda, foi eleito o maior jogador da história do futebol paraense e até ganhou uma estátua na Curuzu em 2014. Tá selado!
Hélio Costa (O “Cabecinha de Ouro”): Um carrasco que deixava o rival no passamento nas décadas de 40 e 50. Ele marcou absurdos 237 gols (o segundo maior artilheiro do clube). Mas o papo mais chibata é que ele é o artilheiro supremo do Re-Pa, balançando a rede dos azulinos 47 vezes, incluindo dois gols naquela goleada folclórica de 7 a 0 em 1945.
Bené (Benedito Pinho Leme – O “Tanque da Curuzu”): Um cara teba e com uma força física discunforme. Com seu perfil rompedor e chute forte, ele é o maior artilheiro absoluto do Paysandu. Nas décadas de 60 e 70, o Bené empilhou uns 249 gols, cravando seu nome na história dos maiores atacantes de um único clube no Brasil.
Dadá Maravilha (O “Peito de Aço”): O tricampeão mundial pela Seleção desembarcou na Curuzu em 1979 e parou o estado. Numa passagem rapidola, ele deixou a torcida ouriçada, criou uma rivalidade pai d’égua com o Bira (do Remo) e fez dezenas de gols decisivos. Esse aí ajudou a consolidar ainda mais o prestígio nacional da camisa bicolor!
Vandick: Um centroavante que na área era puro terror, um verdadeiro pulso. Foi a peça principal do bicampeonato da Série B em 2001, fazendo 14 gols e metendo um hat-trick contra o Avaí. Seu auge foi quando passou o sal no Cruzeiro, marcando os três primeiros gols na épica final da Copa dos Campeões de 2002. Materializou o espírito guerreiro do time!
Robgol (Róbson): Um atacante ladino, com raciocínio rápido e um oportunismo de tirar o chapéu. Foi o dono da linha de frente na inesquecível Libertadores de 2003, onde marcou seis gols. Em 2005, o cara provou que manja das coisas metendo 21 gols na Série A, sendo vice-artilheiro do Brasil! Fechou a conta como o 11º maior artilheiro do clube, com 91 gols.
Lecheva: Meio-campista polivalente e muito inteligente. Era o cérebro do time na Série B de 2001 e na Copa dos Campeões de 2002. Virou lenda quando aplicou na jugular do São Raimundo-AM, marcando os dois gols decisivos que deram o título da Copa Norte de 2002 pro Papão.
Zé Augusto (O “Terro do Baenão”): Atacante veloz, raçudo e super chegado da torcida. É o maior artilheiro do Paysandu no Século XXI, com mais de 114 gols entre 1996 e 2012. Ídolo indiscutível, ele deixava a defesa rival com o cu na mão nos clássicos, brilhando em todas as grandes glórias do início do século.
Yago Pikachu: Esse curumim letal foi lapidado na base do clube e revolucionou a lateral-direita jogando como um “falso ponta”. Destacou-se nos acessos heroicos à Série B e na Copa Verde de 2014, antes de ganhar o mundo. Até hoje a galera lembra das suas cobranças de falta cirúrgicas na Curuzu.
A torcida bicolor: A Fiel é o bicho!
A legião de apaixonados pelo Papão, a nossa famosa “Fiel Bicolor”, é uma galera que transita bem ali entre o misticismo e as visagens da fé amazônica e a vibração purruda do futebol sul-americano. Com aquele mar de camisas listradas em azul e branco, os torcedores fazem um espetáculo que égua, não tem igual! Eles lotam as rampas do Mangueirão até o tucupi.
Mas te orienta, que quando a Fiel decide encurralar os adversários no caldeirão espremido da Curuzu, o clima fica discunforme. A torcida exibe mosaicos macetas, leva uma bateria com bumbos pesados e entoa cantos de guerra que exaltam nossa história de resistência. Pra te falar sem embaçamento: o Paysandu tem uma das maiores médias de público do Brasil (fora daquele eixo Sul-Sudeste cheio de pavulagem), com a tradição de lotar avenidas e aeroportos em recepções de cair o cu da bunda.
Olha o papo desse bicho: o maior exemplo de como essa torcida é o bicho rolou em 2001. Depois que o time levou o farelo num jogo dolorido contra o Caxias, a galera não ficou de mutuca criticando ou fazendo pressão. Ao invés de cobranças, a torcida abraçou o elenco no aeroporto e acompanhou o ônibus cantando até o hotel. Isso deu pro time aquele pulso que faltava pra garantir uma vitória chibata que rendeu o título da Série B!
Da odisseia épica na Libertadores até as festas do Círio de Nazaré, passando pelos tempos difíceis em que o time tava na roça disputando a Série C, a Fiel mostra pra todo mundo que torcer pro Paysandu é muito mais do que futebol. Tornou-se uma verdadeira religião, transmitida de pai pra curumim pelas ruas úmidas e águas da nossa Belém. Tá selado!
A história do Re-Pa — O Clássico da Amazônia
Paysandu e Clube do Remo promovem aquele que é estatisticamente e culturalmente o clássico mais jogado do futebol mundial: o lendário Re-Pa. O duelo nasceu de uma confusão e de um clamor por justiça lá em 1913, e logo forjou uma rivalidade pai d’égua que define a rotina, move a economia, pauta o comércio e dita a vida do cidadão paraense há mais de 110 anos. É di rocha!
O primeiro embate ocorreu logo após a fundação do Papão, em 14 de junho de 1914, valendo pelo campeonato local e resultando em triunfo azulino. Ao longo de sua existência, a rivalidade conheceu tabus de dar passamento. Destaca-se a dolorosa invencibilidade remista de 33 jogos ao longo da década de 1990 (entre 1993 e 1997), um peso que a Fiel Bicolor suportou sendo duro na queda. Mas, olha já, a retaliação do Papão construiu-se ao impor vitórias decisivas e eliminações macetas nos clássicos que valeram troféus ao longo do século XXI, passando a régua e frustrando os vizinhos.
No campo das humilhações, a goleada máxima e eternizada do embate pertence isoladamente ao Paysandu, que trucidou o rival por 7 a 0 no histórico dia 26 de julho de 1945, aplicando na jugular. Já o Remo responde a essa mancha com um doloroso 7 a 2 registrado no ano de 1939. A figura que mais deixou os zagueiros azulinos com o cu na mão atende pelo nome de Hélio Costa; o cara era pulso e marcou absurdos 47 gols no dérbi! Até a temporada de 2026, contabilizaram-se impressionantes 783 pés de porrada no gramado entre as agremiações.
Paysandu x Remo: uma rivalidade centenária (Comparação Histórica)
Uma análise isenta e pautada em dados entre os dois maiores expoentes da Bacia Amazônica demonstra a simetria de um confronto que eleva a Região Norte. Um clássico que é só o creme mano e que faz o coração de qualquer caboclo bater mais forte!
| Critério | Paysandu Sport Club | Clube do Remo |
| Fundação | 2 de fevereiro de 1914 (Oficial: 7/12/1913) | 5 de fevereiro de 1905 (Futebol em 1913) |
| Primeiro título estadual | 1920 | 1913 |
| Títulos estaduais | 51 | 48 (oficiais) / 49 (divergência histórica) |
| Títulos nacionais | 3 (Série B 1991, 2001; Copa dos Campeões 2002) | 1 (Série C 2005) |
| Copa Norte / Norte-Nordeste | 2 Copas Norte (2002, 2026) | 3 T. Norte-Nordeste / Norte (1968, 1969, 1971) |
| Copa Verde | 6 (2016, 2018, 2022, 2024, 2025, 2026) | 1 (2021) |
| Participações na Série A | 20 | 14 |
| Participações na Série B | 19 | 23 |
| Participações na Série C | 13 | 9 |
| Participações na Série D | 0 | 4 |
| Participações internacionais | 1 (Copa Libertadores 2003) | 0 (Oficiais de grande porte CONMEBOL) |
| Melhores campanhas nacionais | Oitavas Libertadores (2003), Bicampeão Série B, C. dos Campeões | Campeão Série C (2005), 7º lugar na Série A (1993) |
| Grandes ídolos | Quarentinha, Bené, Hélio, Vandick, Iarley, Robgol | Alcino, Bira, Agnaldo, Landu, Eduardo Ramos |
| Estádio histórico | Curuzu (Estádio Leônidas S. de Castro) | Baenão (Estádio Evandro Almeida) |
| Principais momentos históricos | Vitória Boca Jrs na Bombonera, Copa dos Campeões, Goleada 7×0 | Acesso pandêmico 2020, Tabu de 33 jogos nos anos 90 |
| Conquistas no Re-Pa | 246 a 248 vitórias | 266 a 270 vitórias |
| Maior título nacional | Copa dos Campeões de 2002 | Campeonato Brasileiro – Série C de 2005 |
Tira-Teima dos Dados (Até 2026): Quem manja mais?
Conforme os registros oficiais da CBF e da imprensa, o Clube do Remo sustenta uma vantagem matemática di rocha no cômputo geral de vitórias do clássico Re-Pa. O Leão tem 270 vitórias, enquanto o Paysandu conta com 246/248 triunfos. Os empates ficaram entre 265 a 267 ocasiões, num montante maceta de aproximadamente 783 clássicos disputados na história. Por outro lado, a contagem de títulos estaduais confere a superioridade pro Papão, com 51 canecos (incluindo o de 2026), contra 48 do Remo (embora alguns digam 49 por conta de uns torneios antigos de meia tigela).
Quem tem mais títulos? O papo é reto!
Analisando quantitativamente a prateleira de troféus, a supremacia incontestável é de posse do Paysandu Sport Club. O Papão é o bicho quando o assunto é taça oficial.
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Campeonato Paraense: O Paysandu lidera folgado com 51 conquistas, contra as 48 (ou 49) do Remo.
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Competições Nacionais: Abissal diferença a favor do Papão. O Paysandu detém 3 títulos nacionais que são só o creme mano: Série B 1991, Série B 2001 e a cobiçada Copa dos Campeões de 2002. O Remo faturou com mérito a Série C lá no ano de 2005.
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Copa Verde: O domínio é asfixiante e deixa o rival no passamento. O Paysandu é hexacampeão isolado (2016, 2018, 2022, 2024, 2025 e 2026). O Remo ostenta uma conquista (2021).
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Copa Norte: O Remo teve uma fase chibata nas décadas de 60 e 70. Mas o Paysandu reinou no formato profissional, faturando os troféus de 2002 e a retomada avassaladora de 2026.
No contexto geral, agregando tudo, a hegemonia matemática pende de forma imperativa pro lado bicolor. O clube consolida 62 conquistas oficiais, legitimando ser “O Maior Campeão da Amazônia”. O rival, no entanto, guarda com orgulho a dianteira nos confrontos diretos ao longo de um século de muito pé de porrada em campo.
Os 10 Maiores Momentos do Paysandu (O Papão é pulso!)
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A épica vitória por 1 a 0 sobre o Boca Juniors dentro da Bombonera (2003), com gol do Iarley passando o sal nos gringos.
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O título monumental da Copa dos Campeões nos pênaltis contra o Cruzeiro (2002), deixando o Brasil de boca aberta.
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O inédito título nacional da Série B em 1991, que colocou o Norte no mapa.
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A inesquecível campanha de superação em 2001, culminando na esmagadora goleada de 4 a 0 no Avaí (Bi da Série B).
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O esmagamento brutal de 7 a 0 imposto sem perdão no Re-Pa de 1945, um placar maceta que segue intocado.
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A mitológica vitória de 3 a 0 contra o invencível Peñarol em 1965. Nelson Rodrigues até escreveu sobre!
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O formidável Hexacampeonato da Copa Verde em 2026, abrindo uma dinastia discunforme.
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A massacrante goleada de 6 a 1 no Corinthians e os bailes no São Paulo na Curuzu.
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O bicampeonato da Copa Norte em 2026, amassando o Nacional-AM.
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A marca suprema e insuperável de 51 títulos do Parazão até 2026. Te mete!
Os 10 Maiores Momentos do Clube do Remo
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O apoteótico título da Série C de 2005, selando o retorno da esperança da torcida azulina.
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A fabulosa campanha do 7º lugar na Série A de 1993, uma das mais respeitadas da Região.
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O humilhante tabu de 33 partidas de invencibilidade sobre o Paysandu, que encheu os bicolores de gastura nos anos 90.
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O gol heroico do Salatiel garantindo o acesso pra Série B em 2020 no meio da pandemia.
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A mais elástica goleada azulina no clássico: um doloroso 7 a 2 no longínquo ano de 1939.
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O triunfo invicto na Copa Verde de 2021, quebrando temporariamente a marra do rival.
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O imbatível esquadrão da década de 1910, conquistando o histórico heptacampeonato paraense.
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As conquistas nos extintos Torneios Norte-Nordeste nos anos 60 e 70.
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O recorde supremo na vantagem histórica de vitórias no clássico Re-Pa.
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O pioneirismo esportivo em modalidades náuticas e o papel do estádio Baenão na nossa Belém.
O Veredito: Quem passa a régua?
Quando a poeira baixa e o lero lero acaba, os fatos falam mais alto. A maior projeção internacional e nacional de elite é isolada do Paysandu. O desbravamento com vitória na Libertadores na Argentina, somado à majestosa Copa dos Campeões, dá ao Papão um reconhecimento sem igual em toda a Amazônia. Nos canecos estaduais e regionais, o cômputo aponta categoricamente para a hegemonia do Paysandu.
Todavia, na guerra de fronteira travada no Re-Pa, o Clube do Remo ostenta a glória de ter mais vitórias diretas e de ter imposto aquele tabu asfixiante de 33 jogos que feriu o ego bicolor. É uma rivalidade que é só o filé, fazendo a nossa terra respirar futebol!
O Paysandu de Hoje (2026): Tá safo! [cite: 2]
O começo da temporada de 2026 foi de dar passamento. Depois daquele rebaixamento escroto pra Série C em 2025, o time tava na roça. A agremiação precisou passar por uma revolução total. O advogado Márcio Tuma meteu a cara e assumiu a presidência de forma corajosa, apoiado pelo Diego Moura e pelo Manoel Acácio, com o Bruno Castro arrumando a parte jurídica do clube. O plano era sem embaçamento: limpar as contas, organizar a parte técnica com o executivo Marcelo Sant’Ana e fazer as pazes com a Fiel Torcida.
Lá dentro das quatro linhas, chamaram o gaúcho Júnior Rocha, um treinador que manja de acessos, pra comandar a equipe. Como a grana tava curta e as dívidas trabalhistas tavam azucrinando o clube, a diretoria deu seus pulos. O Papão botou pra jogar mais de onze curumins da base! Molecada que ninguém conhecia direito assumiu a bronca e virou o bicho, como os firmes zagueiros Iarley e Luccão e o aguerrido volante Pedro Henrique. Eles juntaram essa juventude com uns caras mais escovados e rodados, tipo o Leandro Vilela, Jean Drozny e o Matheus Nogueira.
Passa o pano! O que parecia difícil virou uma campanha que foi só o creme mano . O elenco varreu a desconfiança e faturou o Parazão 2026 (a taça de número 51!), passando por cima do rival Remo na final. Mas o time tava com a cuíra por mais troféus e trouxe duas taças macetas continentais pro nosso estado: o bicampeonato da Copa Norte, passando o sal no pujante Nacional-AM (4 a 2 no placar agregado), e semanas depois, aplicou na jugular do Anápolis com um 4 a 0 discunforme [cite: 1, 2] no Mangueirão, garantindo o Hexa isolado da Copa Verde. Tá selado!
Fora de campo, o presidente Tuma não ficou de touca . Ele fez um culiar forte com o Governador Helder Barbalho e a mineradora Vale pra terminar de vez o moderno Centro de Treinamento Raul Aguilera. Agora, no segundo semestre, o time segue na guerra da Série C, batendo de frente com pedreiras como Amazonas, Ituano e Maringá, mas com o ambiente blindado pra buscar o acesso.
O Futuro do Papão: Já é!
O futuro do Lobo promete ser só o filé. Com a molecada da base evoluindo e jogando muito, o clube para de gastar com contratações absurdas que só deixavam o time no balde e afundado na justiça. O novo CT vai dar uma estrutura chibata de fisiologia e nutrição, igualando o clube aos gigantes formadores do país. Se a cartolagem acabar com a bandalheira política que sempre consome os bastidores da Curuzu, o Paysandu tem tudo pra voltar rápido e imponente pra Série A na próxima década e não arredar mais o pé de lá.
Fontes e Checagem: Papo reto e sem potoca!
Pra montar essa matéria pai d’égua cheia de fatos e balanços, a gente não ficou dando migué. A nossa cronologia é di rocha, toda baseada no cruzamento de dados oficiais da Federação Paraense de Futebol (FPF) e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Além disso, fomos catar as informações lá no acervo institucional do Paysandu Sport Club e nas estatísticas oficiais publicadas pela agremiação vizinha, o Clube do Remo.
Sabe como é, né? Sempre rolam umas divergências na história, principalmente daquele tempo em que o futebol tava deixando de ser amador. Umas continhas dão confusão, tipo o número exato de empates e vitórias naqueles 783 pés de porrada centenários do Re-Pa, ou se as marcas de estaduais do Remo são 48 ou 49 (por causa de uns torneios de meia tigela do passado). Mas a gente tratou tudo isso sem embaçamento, indo na onda do que a maior parte da imprensa tradicional amazônica concorda e assina embaixo.
Agora, presta atenção: os números do Papão são macetas e não tem quem conteste! Aqueles 51 campeonatos paraenses, os canecos da Série B e as seis taças purrudas da Copa Verde provam que o time é o bicho. Tudo isso deixa a posição do Paysandu selada e inegociável na história gigante do esporte brasileiro!
BOX ESPECIAL — NÚMEROS DO PAYSANDU
| Atributo | Dados Oficiais Verificados |
| Ano de Fundação | 7 de dezembro de 1913 |
| Cidade | Belém (Pará) |
| Estádio | Leônidas Sodré de Castro (Curuzu) |
| Cores | Azul-celeste e Branco |
| Mascote | O Bicho-Papão (Lobo) |
| Apelidos | Papão da Curuzu, Bicolor, Esquadrão de Aço, Rei da Amazônia, Campeão dos Campeões |
| Maior Título | Copa dos Campeões de 2002 |
| Número de títulos estaduais | 51 (Último em 2026) |
| Títulos nacionais | 3 (Série B 1991, Série B 2001; Copa dos Campeões 2002) |
| Títulos regionais | 8 (2 Copas Norte: 2002, 2026 / 6 Copas Verde: 2016, 2018, 2022, 2024, 2025, 2026) |
| Participações na Libertadores | 1 (2003) |
| Maior Ídolo | Quarentinha (12 Títulos como atleta e 135 disputas de Re-Pas) |
| Maior Rival | Clube do Remo |
| Maior Conquista Internacional | Histórica vitória por 1 a 0 sobre o Boca Juniors em La Bombonera (Libertadores de 2003) |
| Principais Recordes | Único clube da Região Norte a disputar e vencer a Copa dos Campeões; Maior campeão de Campeonatos Estaduais isolado em toda a Região Norte (51); Hexacampeão isolado da Copa Verde. |
Passando a Régua: O Papão é Imortal!
Relembrar a história pai d’égua do Paysandu Sport Club é muito mais do que olhar pra uma tabela de futebol. É mergulhar na cultura e no coração do nosso caboclo, um povo que é duro na queda! Quando a galera lota as arquibancadas e as ruas de Belém cantando apaixonada pro “Papão”, a gente sente na pele aquele clima abafado e úmido da nossa cidade, escuta o barulho do comércio lá pelo bairro do Marco e se prepara pro toró de lei que sempre cai de tarde pra lavar e abençoar o caldeirão do Mangueirão. Sem falar daquela velha e rústica resistência da nossa Curuzu.
A alma bicolor tá cravada numas memórias que não apagam nunca. É lembrança que sobra daqueles pés de porrada do Esquadrão de Aço e das defesas milagrosas na época do Círio de Nazaré. A gente revive o suor das gerações lembrando da raça do Sandro Goiano, da pontaria do Vandick e do Iarley que não davam migué fuzilando os times gringos, além do respeito eterno pelos 12 canecos do nosso Quarentinha. Tudo isso é só o creme mano!
E vou te falar, mesmo quando as administrações antigas fizeram bandalheira e deixaram o time na roça, fazendo a torcida sofrer mais que cachorro de feira com aqueles rebaixamentos doloridos, a força da Fiel nunca arredou o pé. É justamente quando o bicho pega e o clube tá no fundo do poço que o Lobo renasce purrudo! Foi bem ali no aperto de 2026 que o time se levantou bonito. O choro virou festa com três taças macetas levantadas no suor dos nossos curumins da base em apenas seis meses. Isso provou pra todo mundo o orgulho sagrado que é vestir essa camisa. Te mete!
No espetáculo de cair o cu da bunda do “Clássico da Amazônia”, as batalhas travadas palmo a palmo contra o Clube do Remo colocaram o esporte do Pará lá no alto do respeito nacional.
Falar do Paysandu Sport Club é, di rocha, soltar um grito de resistência da nossa identidade. É a prova viva de que, debaixo de qualquer céu ou pau d’água, o manto celeste e branco é o bicho! Ele brilha pra esfregar na cara de quem é cheio de pavulagem e dúvida, mostrando que a nossa Amazônia e o nosso Pará têm, sim, gigantes imortais do esporte brasileiro. Tá selado!
Referências citadas
- Educação, MEMórias, rEsistências E sabErEs EM diálogos, https://assets.zyrosite.com/AoPvxBbWpwh0k1WB/livro-educaassapso-e-mema3ria_ebook3-1-AR0yo9kV69sjVg3n.pdf
- RAFAEL MATOS DE CARVALHO Belle ÉpoqueEsportiva:A imprensa paraense como agente da popularização dos esportes no início do s, https://ludopedio.org.br/wp-content/uploads/Belle-%C3%89poque-Esportiva-A-imprensa-paraense-como-agente-da-populariza%C3%A7%C3%A3o-dos-esportes-no-in%C3%ADcio-do-s%C3%A9culo-XX-1900-1935.pdf
- História – Paysandu Sport Club :: O Maior Campeão da Amazônia, https://www.paysandu.com.br/clube/historia
- Papão soberano do Norte, segundo a Placar – Blog do Gerson Nogueira, https://blogdogersonnogueira.com/2014/02/02/papao-soberano-do-norte-segundo-a-placar/
- Há 55 anos, uma vitória inesquecível ao futebol paraense: o Paysandu fez padecer o supertime do Peñarol – Trivela, https://trivela.com.br/america-do-sul/ha-55-anos-uma-vitoria-inesquecivel-ao-futebol-paraense-o-paysandu-fez-padecer-o-supertime-do-penarol/
- Re-Pa – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Re-Pa
- Clube do Remo – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_do_Remo
- Títulos – Belém – Paysandu Sport Club :: O Maior Campeão da Amazônia, https://www.paysandu.com.br/clube/titulos
- Paysandu | Wikia Enciclopédia do Futebol – Fandom, https://enciclopedia-do-futebol.fandom.com/pt-br/wiki/Paysandu
- Um esquadrão que fez história! – DOL, https://dol.com.br/esporte/esporte-para/noticia-353966-um-esquadrao-que-fez-historia.html
- Hélio, que sensação, mais um gol do Papão – Paysandu, https://www.paysandu.com.br/noticias/467/helio-que-sensacao-mais-um-gol-do-papao
- Quarenta (futebolista) – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Quarenta_(futebolista)
- Re-Pa 110 anos: Veja as estatísticas do Clássico Rei da Amazônia | Futebol | O Liberal, https://www.oliberal.com/esportes/futebol/re-pa-110-anos-veja-as-estatisticasdo-classico-rei-da-amazonia-1.825042
- Paysandu Sport Club – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Paysandu_Sport_Club
- Paulo Benedito dos Santos Braga – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Benedito_dos_Santos_Braga
- OS 10 MAIORES ARTILHEIROS DO PAYSANDU. PAPÃO DA CURUZÚ . VOCÊ SABIA?, https://www.youtube.com/shorts/UQ1Ji76dnwE
- Bené – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Ben%C3%A9
- OS PASSOS DE DADÁ MARAVILHA. – História do Futebol, https://historiadofutebol.com/blog/?p=9825
- Há 40 anos, alvoroço no Re-Pa: as histórias deliciosas de Dadá em seus tempos de Paysandu – Trivela, https://trivela.com.br/brasil/ha-40-anos-alvoroco-no-re-pa-as-historias-deliciosas-de-dada-em-seus-tempos-de-paysandu/
- BOLA N@ ÁREA – Série B 2001 – Fase Final, https://www.bolanaarea.com/serie_b_2001_fasefinal.htm
- Há 22 anos, Paysandu iniciava campanha do título da Série B; ídolo relembra bastidores da conquista – O Liberal, https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/ha-22-anos-paysandu-iniciava-campanha-do-titulo-da-serie-b-idolo-relembra-bastidores-da-conquista-1.714703
- A Copa dos Campeões de 2002: o grande título de um Paysandu inesquecível, https://www.ultimadivisao.com.br/a-copa-dos-campeoes-de-2002-o-grande-titulo-de-um-paysandu-inesquecivel/
- Relembre a campanha do Paysandu no título da Copa Norte de 2002 – DOL, https://dol.com.br/esporte/paysandu/942980/relembre-a-campanha-do-paysandu-no-titulo-da-copa-norte-de-2002
- THE DAY PAYSANDU BEAT BOCA AT LA BOMBONERA IN THE 2003 LIBERTADORES, https://www.youtube.com/watch?v=hGpQWAqJ8OM
- 15 anos da façanha: Robgol e Iarley relembram vitória do Paysandu contra Boca na Bombonera – Lance!, https://www.lance.com.br/paysandu/anos-atras-vencia-boca-juniors-bombonera.html
- Copa Verde de Futebol – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_Verde_de_Futebol
- Com Paysandu pentacampeão, veja todos os vencedores da Copa Verde – CNN Brasil, https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/com-paysandu-pentacampeao-veja-todos-os-vencedores-da-copa-verde/
- Série B: rebaixado, Paysandu demite técnico e inicia reformulação – LANCE!, https://www.lance.com.br/futebol-nacional/rebaixado-paysandu-demite-tecnico-e-inicia-reformulacao-antes-do-fim-da-serie-b.html
- Márcio Tuma é o novo presidente do Paysandu – Uruá-Tapera, https://uruatapera.com/marcio-tuma-e-o-novo-presidente-do-paysandu/
- https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/paysandu-inicia-reconstrucao-apos-rebaixamento-e-projeta-elenco-para-2026-1.1043437#:~:text=Entre%20os%20nomes%20garantidos%20est%C3%A3o,e%20Jo%C3%A3o%20Marcos%20(2026).
- Paysandu anuncia júnior Rocha como novo técnico para a disputa da série C de 2026, https://www.youtube.com/shorts/MKxzeTaXLQQ
- SALÁRIOS, ELENCO E META! Marcelo Sant’Ana explica como será o Paysandu de 2026!, https://www.youtube.com/watch?v=Shlv4zJzfB0
- Paysandu utiliza time completo da base na primeira fase do Parazão 2026 – Loja Lobo, https://www.lojalobo.com.br/paysandu-utiliza-time-completo-da-base-na-primeira-fase-do-parazao-2026/
- Paysandu é hexacampeão da Copa Verde – Confederação Brasileira de Futebol – CBF, https://www.cbf.com.br/futebol-brasileiro/noticias/competicoes-copa-verde-cpm/a/paysandu-e-hexacampeao-da-copa-verde
- Paysandu goleia o Nacional e garante o bicampeonato da Copa Norte – Radar Amazônico, https://radaramazonico.com.br/paysandu-goleia-o-nacional-e-garante-o-bicampeonato-da-copa-norte/
- RE-PA completa 112 anos e reforça status de maior clássico da Amazônia, https://aprovinciadopara.com.br/re-pa-completa-112-anos-e-reforca-status-de-maior-classico-da-amazonia/
- CLUBE – HISTÓRIA – Corinthians, https://www.corinthians.com.br/clube/historia
- Jornalistas e comentaristas esportivos escalam o ‘melhor Paysandu de todos os tempos’, https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/jornalistas-e-comentaristas-esportivos-escalam-o-melhor-paysandu-de-todos-os-tempos-1.273627
- Temporada do Paysandu Sport Club de 2003 – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Temporada_do_Paysandu_Sport_Club_de_2003
- Goleadas, Pikachu, golaços, Remo e títulos; relembre as disputas de acesso do Paysandu na história – O Liberal, https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/goleadas-pikachu-golacos-remo-e-titulos-relembre-as-disputas-de-acesso-do-paysandu-na-historia-1.732823
- Rei de Copas! Paysandu é o maior campeão da Copa Verde; relembre as conquistas, https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/rei-de-copas-paysandu-e-o-maior-campeao-da-copa-verde-relembre-as-conquistas-1.819901
- Há 18 anos, Paysandu conquistava o título nacional da Copa dos Campeões – O Liberal, https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/ha-18-anos-paysandu-conquistava-o-titulo-nacional-da-copa-dos-campeoes-1.291790
- Rádio Globo/CBN: Cruzeiro 3 x 4 Paysandu + 0 x 3 (Copa dos Campeões 2002) – YouTube, https://www.youtube.com/watch?v=QfC2pypZA_o
- Há 13 anos, Paysandu conquistou a Copa dos Campeões, https://www.paysandu.com.br/noticias/1735/ha-13-anos-paysandu-conquistou-a-copa-dos-campeoes
- Há 20 anos, o Paysandu conquistava a Copa dos Campeões e marcava o ápice de anos gloriosos na Curuzu – Trivela, https://trivela.com.br/brasil/ha-20-anos-o-paysandu-conquistava-a-copa-dos-campeoes-e-marcava-o-apice-de-anos-gloriosos-na-curuzu/
- O que aconteceu com o time do Paysandu que venceu o Boca Juniors? | GOL DE CANELA, https://www.youtube.com/watch?v=jTtz9C39-kA
- Relembre os times brasileiros que venceram o Boca Juniors na Bombonera – CNN Brasil, https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/libertadores-da-america/relembre-os-times-brasileiros-que-venceram-o-boca-juniors-na-bombonera/
- O dia em que o Paysandu calou o Boca na Bombonera – Última Divisão, https://www.ultimadivisao.com.br/o-dia-em-que-o-paysandu-calou-o-boca-na-bombonera/
- Após sofrer trauma, ídolo do Paysandu passa por cirurgia e segue em recuperação; saiba mais – O Liberal, https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/apos-sofrer-trauma-idolo-do-paysandu-passa-por-cirurgia-e-segue-em-recuperacao-saiba-mais-1.529961
- Hélio Costa (futebolista) – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio_Costa_(futebolista)
- Dia de #TBT: Papão tem história marcada por grandes nomes – DOL, https://dol.com.br/esporte/esporte-para/586083/dia-de-tbt-papao-tem-historia-marcada-por-grandes-nomes
- Avaí 3 x 3 Paysandu – Série B 2001 (Quadrangular final) – YouTube, https://www.youtube.com/watch?v=lr3GJf1M8Tw
- Paysandu e Avaí vencem no quadrangular final da Série B – 15/12/2001 – Folha, https://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u31092.shtml
- Artilheiro na era Vojvoda, Pikachu chega a 150 gols na carreira – A Notícia do Ceará, https://anoticiadoceara.com.br/artilheiro-na-era-vojvoda-pelo-fortaleza-yago-pikachu-chega-a-150-gols-em-sua-carreira/
- Re-Pa 776: Remo é o maior vencedor e clássico tem mais empates que vitórias do Paysandu : r/futebol – Reddit, https://www.reddit.com/r/futebol/comments/1it8l4b/repa_776_remo_%C3%A9_o_maior_vencedor_e_cl%C3%A1ssico_tem/
- Re-Pa: Remo leva vantagem em clássicos disputados no Baenão nos últimos 44 anos, https://www.oliberal.com/esportes/remo/re-pa-remo-leva-vantagem-em-classicos-disputados-no-baenao-nos-ultimos-44-anos-1.554941
- Títulos Azulinos – Clube do Remo, https://www.clubedoremo.com.br/titulos.php
- Paysandu amplia hegemonia regional com hexacampeonato da Copa Verde – DOL, https://dol.com.br/esporte/paysandu/943906/paysandu-amplia-hegemonia-regional-com-hexacampeonato-da-copa-verde
- Clube do Remo – Todos os Títulos – Campeões do Futebol, https://www.campeoesdofutebol.com.br/remo_titulos.html
- CRISE política, AÇÕES trabalhistas e FUTEBOL: o DESAFIO de Márcio Tuma no Paysandu!, https://www.youtube.com/watch?v=UN7OhfTZReA
- EXCLUSIVE: PAYSANDU WILL ANNOUNCE NEW SIGNINGS AND CHANGE EVERYTHING FOR 2026! PAYSANDU SC NEWS – YouTube, https://www.youtube.com/watch?v=77VyifciTxU
- Presidente Márcio Tuma se reúne com governador Helder Barbalho para articular obras no CT Raul Aguilera – Paysandu, https://www.paysandu.com.br/noticias/8469/presidente-marcio-tuma-se-reune-com-governador-helder-barbalho-para-articular-obras-no-ct-raul-aguilera
- Google Sports Data, https://support.google.com/knowledgepanel/answer/9787176




